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Peças representativas do período Barroco, como o Anjo Querubim, uma das principais obras litúrgicas do Mestre Valentim, estão em destaque no Instituto Ricardo Brennand, que reabre as portas nesta terça-feira, às 13h, após recesso de cerca de 15 dias. O complexo abriga hoje três diferentes tipos de exposição, a exemplo do acervo do período Holandês do Brasil, composto por mapas, objetos e livros; peças sacras no foyer da pinacoteca e o Museu de Armas Brancas. BARROCO - O Anjo Querubim fazia parte da nave central da Igreja dos Clérigos, do Rio de Janeiro, desmontada por Getúlio Vargas para dar lugar a avenida hoje com seu nome. A peça já esteve em várias mostras internacionais sobre o barroco brasileiro. O IRB também traz, permanente exposto, o Anjo Ajoelhado, peça desejada por colecionadores. De artista desconhecido, em madeira policromada, tem características típicas das Missões, escola do século XVIII. O Anjo Ajoelhado foi escolhido, tempos atrás, pela direção do Guggenhein para integrar a mostra sobre o barroco brasileiro – Brazil Body And Soul – em Nova Iorque. Essa peça integrou, por anos, a coleção de Pietro Maria Bardi, ex- diretor do Museu de Arte de São Paulo. Uma bela Cruz de Malta, datada de 1900, também faz parte do acervo do Instituto. Em bronze dourado, a peça traz a inscrição em Latim Vivit Imperat Regnat Jesus Chistus Deus Homo – Viva o Imperador Regente Jesus Cristo Deus. A peça chama a atenção dos visitantes pela beleza e grandiosidade. Mede mais de um metro de altura. SERVIÇO: (© JC Online) |
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