Notícias
 O irmão mais novo do frevo

O maestro Severino Araújo
 

Aos 90 anos, 73 dos quais à frente da Orquestra Tabajara, o maestro pernambucano Severino Araújo converteu-se num bastião do frevo

JOSÉ TELES

O maestro Severino Araújo tem dez anos a menos do que o frevo. Há 73, ele está à frente da Orquestra Tabajara, uma lenda na música brasileira – ambos, o maestro e a orquestra. Aos 90 anos, convalescente de uma operação no joelho, ele alterará uma rotina iniciada no final dos anos 30. Mais uma vez, como vem acontecendo desde 1938, a Orquestra Tabajara animará vários bailes de Carnaval no Rio de Janeiro, o maestro, no entanto, não vai estar no palco: “Estou preparando o repertório que a orquestra vai tocar, por causa da cirurgia não vou poder fazer o Carnaval. Quem me substituirá será Jaime, meu irmão mais novo”, explica Severino Araújo. A propósito, o irmão mais novo dele tem 81 anos, e além dele, outros irmãos também foram músicos e tocaram com ele na Orquestra Tabajara: Manuel, trombonista, e Plínio, baterista. Depois de Severino Araújo, o mais famoso da família foi José, mais conhecido como Zé Bodega, sax tenor, que marcou época na música brasileira.

Nascido em Limoeiro, Agreste de Pernambuco, filho de mestre de música, ele teve uma trajetória parecida com a de Capiba, cujo pai exercia a mesma profissão. Ainda criança, a família de Severino Araújo mudou-se para a pequena Ingá, no interior da Paraíba. Foi ali que se destacou como clarinetista, a ponto de sua fama chegar à capital do Estado e receber convite para integrar a Banda da Polícia Militar. A carreira recordista de Severino Araújo com a Orquestra Tabajara começa em 1937, João Pessoa, quando foi contratado como clarinetista da PRI-4, emissora do governo do Estado, a Rádio Tabajara. E no ano seguinte, com o falecimento do maestro Luna Freire, ele foi convidado para reger a orquestra, da qual passou afastado um ano, quando foi contratado pela poderosa Rádio Tupi, do Rio.

Na então capital federal, Severino Araújo logo tornou-se requisitado como músico e arranjador, e gravou seus primeiros discos. A estréia, com frevo, naturalmente. Com o cantor Déo, no vocais, e uma orquestra de estúdio lançou Eu vou pra Pernambuco, em outubro de 1944. O primeiro sucesso foi Chorinho em Aldeia, composto quando ele serviu o Exército no Recife (Aldeia a que se refere é o bairro de Camaragibe, embora o batalhão em que serviu fique em Paudalho). A orquestra foi para o Rio em 1945. Ela e seu maestro nunca mais se separaram desde então.

O frevo, ele conta que faz parte da sua vida: “Eu não sou o mais indicado para falar da história do frevo. Meu pai é que foi um grande compositor de frevos”, diz, modesto, em conversa por telefone de sua casa, no Rio. Mas não demora a lembrar que a Orquestra Tabajara gravou muitos frevos, e que ele compôs alguns clássicos do gênero, e pelo menos um álbum antológico, A Tabajara no frevo (Continental, 1956). É deste álbum um dos frevos mais regravados de Severino Araújo, Relembrando o Norte, “Esta música eu ainda fiz em João Pessoa, com o nome de Frevo de Cabo Branco, mas como ninguém no Rio sabia o que era Cabo Branco, mudei para Relembrando o Norte”, revela o maestro.

Para ele foi a força das escolas de samba que barrou o sucesso do frevo no Rio: “As escolas estão pelo Brasil todo, são muito poderosas. Mas quando chegamos aqui, em 1945, contratados pela Rádio Tupi, fizemos sucesso tocando frevo. Ficamos seis meses fazendo bailes com frevos, e o que o patrocinador nos pagou deu para juntar uns bons cruzados (sic), e ainda sobrou dinheiro para a Tupi”, conta.

Com um dos currículos mais ricos da MPB, gravando com praticamente todos os grandes nomes da era do rádio, o frevo nunca saiu do repertório da Orquestra Tabajara. Foi acompanhada pela orquestra de Severino Araújo que Carmélia Alves emplacou um sucesso, em 1954, com o frevo-canção Casa de Noca (de Capiba). Quando sabe que no Recife as escolas de samba não têm mais tanta força, ele emenda: “Nem o frevo. A última vez que a Tabajara fez Carnaval no Recife foi em 1977. Sei que o frevo não toca mais por aí. E isso acontece porque os grandes compositores morreram, existem poucos dos cantores do passado, e as orquestras desapareceram. Mas não foi só por causa do fim dos bailes de Carnaval, e sim porque os clubes de pedestres que saíam levando o povo pela rua, com boas orquestras, também desapareceram”, analisa.

O mais idoso compositor de frevo, ainda em atividade, não aprova muito o que lhe tem chegado de Pernambuco, “Ouço pouco, mas acho um frevo errado, é muito corrido. No último Carnaval vi o Recife na TV, mas quando a orquestra toca é muito ligeiro, não era assim o frevo que conheci”.

(© JC Online)


A folia reinventada de Lula C. Ayres

A obra de um dos mais completos artistas modernistas do País (foto acima) é fonte de inspiração para a decoração carnavalesca do Recife

OLÍVIA MINDÊLO

O que há em comum entre essas pinturas e a decoração carnavalesca que já começa a invadir as ruas do Centro do Recife tem três palavras: Lula Cardoso Ayres. Um dos mais completos artistas modernistas de Pernambuco, e do País, Lula soube acertar bem o passo de seus pincéis para dar vida à maior festa do nosso Estado. Com igual devoção, também se debruçou sobre as diferentes manifestações culturais pernambucanas, tão caras ao modernismo no seu esforço de traduzir a identidade brasileira. Portanto, há de se aplaudir a homenagem que o Carnaval do Recife faz ao artista.

Mais do que um pintor, Lula travou com a folia uma relação de antropólogo visual e, ao mesmo tempo, de observador passional, traduzida em trabalhos de design gráfico, fotografias e até em croquis para decoração dos bailes. Foi ele quem assinou, nas décadas de 40 e 50, o projeto de decoração dos tradicionais bailes dos clubes. Também foi Lula o primeiro a fazer o planejamento visual para o Carnaval de rua da cidade, na gestão do prefeito José do Rego Maciel. Fora isso, o artista fotografou passistas, na época em que ainda arriscavam o passo com um guarda-chuva a tira colo, projetou marcas para produtos inspiradas na festa e, claro, pintou quadros memoráveis, como é o caso do óleo sobre tela Frevo, de 1945.

Com exceção desta última obra, os traços do chamado abstracionismo geométrico marcaram a maioria de seus trabalhos, quase sempre coloridos e repletos de movimentos – como as demais danças populares. A estética modernista do jogo das cores e das formas inspirou os desenhos de Joana Lira para as peças decorativas do Carnaval 2007. Ela trabalha na empresa Lira Produções, do arquiteto Carlos Augusto Lira, responsável pelo projeto da festa de rua do Recife e do Baile Municipal, que acontece hoje no Chevrolet Hall. “Trabalhamos em cima do traço do pintor modernista, geométrico, cheio de sombras, facetado, angulado. Fizemos, então, uma estudo iconográfico de toda a sua obra, mas não é uma releitura, é uma recriação”, explica Carlos Augusto Lira, desde agosto passado nesse ofício.

Um certo ar de Carnaval europeu, onde pairam máscaras venezianas e um glamour parisiense, também está por trás do olhar de Lula ao retratar a festa de Momo, principalmente nas suas pinturas à guache dos anos 20 e 30. A influência não é à toa. Ainda na juventude, no início do século 20, Lula morou no Rio de Janeiro, cujo Carnaval era impregnado pela cultura européia, de pierrôs e colombinas. Nos anos 20, passou a morar em Paris, onde recebeu fortemente as influências das vanguardas modernas. Foi só por volta da década de 40 que Lula voltou morar na sua terra natal, mais precisamente na Usina Cucaú, propriedade do pai João Cardoso Ayres, na Zona da Mata. A partir daí, e da vinda ao Recife, em 1945, o artista mergulhou nas raízes locais que marcariam para sempre a sua arte.

(© JC Online)


Centenário, frevo é declarado patrimônio nacional

Arrastão antecipado celebra decisão anunciada por Gilberto Gil  

Adriana Del Ré, enviada especial

O frevo agora faz parte do patrimônio imaterial nacional. A decisão, que marca o centenário do ritmo pernambucano, comemorado nesta sexta-feira, foi anunciada pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil, e pelo presidente do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando de Almeida, em Recife (PE).

O conselho consultivo do Iphan se reuniu a portas fechadas na sacristia da Igreja de São Pedro dos Clérigos, durante três horas e meia. Quatorze dos 22 membros do conselho aprovaram o registro do frevo no patrimônio imaterial brasileiro. O quórum mínimo para a aprovação é de 12 votos favoráveis. Os conselheiros aprovaram também o tombamento como patrimônio histórico da casa de vidro projetada e construída em São Paulo pela arquiteta Lina Bo Bardi.

O Iphan considera como patrimônio cultural imaterial “as práticas e formas de ver e pensar o mundo, as cerimônias, danças, músicas, lendas e contos, histórias, brincadeiras junto de objetos, instrumentos e lugares associados a eles”.

Segundo o presidente do Iphan, na prática este registro compreende duas vertentes - o valor simbólico e o aspecto econômico. “Dá mais visibilidade às políticas públicas. Com a Lei Rouanet se for um patrimônio nacional é mais rápido para se obter recursos”, disse Almeida que anunciou o projeto da criação do Museu do Frevo, que deve ser inaugurado em dois anos.

Para o ministro Gilberto Gil, a aprovação do registro mostrou uma sintonia entre o Iphan e o Ministério da Cultura. “O frevo é exigente, sofisticado e cultivado em corpo e espírito. É um gênero que canta e conta com muita exatidão a história de Olinda, Recife e Pernambuco.”

Depois da cerimônia no Pátio da Igreja, o artista Antonio Nóbrega convocou o público a acompanhar seu arrastão com a música Frevo, composição feita por oito compositores (incluindo ele), numa ação inédita no que diz respeito a esse tipo de música. "Um frevo básico tem 32 compassos, então cada um compôs quatro compassos e foi passando para o outro autor."

Saindo do pátio, blocos, orquestras, passistas e curiosos atenderam o chamado e atravessaram algumas das principais avenidas da cidade sem deixar o frevo cair. A esse grupo, outras pessoas foram se juntando no caminho e virou uma grande festa.

As duas horas de trajeto foram tranquilas, sem registros de ocorrências. Os foliões foram conduzidos até o palco do Marco Zero e recebidos com fogos de artifício. Lá, nomes importantes da MPB fizeram sua homenagem ao frevo, entre eles, Gil, Maria Rita, Nóbrega, Ney Matogrosso, Lenine. Antes da maratona de shows começar, cerca de 60 mil pessoas, segundo a organização, já se aglomeravam na frente do palco.

Olinda

As comemorações do centenário do frevo começaram no raiar do dia em Recife e Olinda quando os moradores foram despertados ao som de pistons, tambores, trombones e sax, instrumentos responsáveis pelo molho musical do ritmo pernambucano.

Em Olinda, cerca de 350 músicos, 18 passistas e 30 bonequeiros (como são chamados aqueles que carregam os bonecos gigantes) começaram a se concentrar no Alto da Sé, por volta das 5 horas e, duas horas depois, saíram em cortejo pelas ladeiras do Sítio Histórico da cidade. “Vamos tocar frevo de rua, frevo-canção e frevo de bloco”, contou o maestro Clovis da Silva, presidente da Associação dos Maestros de Olinda, que corria de um lado para o outro orientando seus músicos.

(© Agência Estado)


Cem personalidades são homenageadas no dia do Centenário

No dia em que é comemorado o Centenário do Frevo, 100 personalidades anônimas ou conhecidas do grande público, que lutam pela preservação e memória do ritmo pernambucano, serão homenageadas pela Prefeitura do Recife. A solenidade acontece na manhã desta sexta -feira (9), no Teatro do Parque. Compositores, escritores, músicos, maestros, artistas plásticos, passistas, porta-estandartes, políticos, jornalistas, empresários, cantores e intérpretes que contribuíram e continuam contribuindo para a difusão do frevo, fazem parte da relação de homenageados.

Alguns desses serão lembrados in memorian, como o mestre Capiba. Nomes conhecidos nacionalmente como Antônio Nóbrega, Claudionor Germano, Alceu Valença, Elba Ramalho e Spok estão incluídos. O Sistema Jornal do Commercio de Comunicação é um dos homenageados pela contribuição que os diversos veículos (JC OnLine, Jornal do Commercio, Rádio Jornal, Rádio JC/CBN Recife e TV Jornal) prestam ao ritmo centenário. O jornalista, escritor e crítico de música do JC, José Teles, também está na lista dos homenageados.

Personalidades homenageadas do Frevo
NOME SEGMENTO JUSTIFICATIVA
1 Abelardo da Hora ARTES PLÁSTICAS Artista plástico e escultor, autor de várias obras sobre as manifestações populares de Pernambuco com ênfase para o carnaval, como exemplo “Monumento ao Frevo”, localizado na Praça do Aeroporto Internacional dos Guararapes.
2 Ademir Araújo (maestro Formiga) MÚSICA Compositor, músico, arranjador e maestro e autor de várias obras sobre o tema. Entre elas: “Formiga está de volta”, “Aí vêm os palhaços” e “Andréa no frevo”.
3 Alceu Valença MÚSICA Cantor, músico e compositor. Entre os seus sucessos para o carnaval destacam-se: “Morena Tropicana”, e “Chego Já (segura a coisa)”. É presença marcante nos carnavais do Recife.
4 Alcides Leão MÚSICA Músico, compositor de vários frevos. Destacando-se o frevo de rua “Mordido”, composto na década de 70 para o carnaval do Recife.
5 Aldemar Paiva MÚSICA Radialista, escritor e compositor. Produtor e apresentador do programa radiofônico: “Pernambuco você é meu”. Parceiro de Nelson Ferreira no frevo “Saudade”.
6 Alex (José de Souza Alencar) DIVULGAÇÃO Escritor, cronista social, ex-integrante da Comissão dos Cronistas Carnavalescos e da Comissão Promotora do Carnaval.
7 Alírio Moraes MÚSICA Poeta e compositor. Autor de várias marchas de bloco, entre elas “Anos Dourados”, “Bairro dos Meus Amores” e “Bouquê de Boneca”. Principal compositor do Bloco Pierrô de São José.
8 Antônio Maria MÚSICA Jornalista e compositor. Autor dos frevos “Nº 1”, “Nº 2” e “Nº 3 do Recife”.
9 Antônio Nóbrega MÚSICA Músico, instrumentista, compositor, intérprete e dançarino. Revelado no Movimento Armorial criado por Ariano Suassuna é considerado hoje como multiartista pelos críticos nacionais e internacionais de musica. Seu último lançamento é o CD/DVD “9 de frevereiro”, homenagem aos 100 anos do frevo.
10 Antúlio Madureira MÚSICA Músico, instrumentista, compositor e intérprete. Ex-integrante do Balé Popular do Recife é hoje um dos maiores artista pernambucano que fazem sucesso no Brasil e no exterior.
11 Arnaldo Francisco das Neves (Coruja) DANÇA Músico e 1º passista a levar o “passo” para fora do Estado.
12 Balé Popular do Recife – André Madureira DANÇA Criada em 1975 foi o primeiro grupo de danças populares a manter espetáculos em teatros locais e levar ao exterior o frevo em forma de dança e música. Dirigido por André Madureira.
13 Banda de Pau-e-corda MÚSICA Instrumentistas, vocalistas e arranjadores. A Banda de Pau e Corda marcou época no carnaval do Recife, durante os anos 80 quando faziam sucesso absoluto na praia de Boa Viagem. Seu frevo de maior sucesso “Viva o Recife”, foi composto pelos irmãos Valtinho e Roberto Andrade.
14 Bráulio de Castro MÚSICA Compositor de vários sucessos nacionais nas vozes de Nando Cordel, Noite Ilustrada, Caju e Castanha, Benito de Paula, Luiz Américo, e outros. Com sua mulher Fátima de Castro, formam uma dupla de compositores campeã de vários concursos de frevo realizados pela Prefeitura do Recife. Entre as suas composições destacam-se as marchas de blocos: “Eu Quero Mais”, “O Banjo de Narcizo”, e “100 anos de Edgard”.
15 Capiba (Lourenço da Fonseca Barbosa) MÚSICA Músico e compositor. É considerado um dos maiores compositores brasileiro de todos os tempos. Fez do frevo canção o seu carro chefe, tendo como seu principal intérprete Claudionor Germano. Destacam-se: “É de Amargar”; “Casinha Pequenina”; “Júlia”; “Oh! Bela” e a marcha de bloco “Madeira Que o Cupim não Rói”.
16 Capitão Zuzinha (José Lourenço da Silva) MÚSICA Músico e compositor do frevo de rua “Divisor de Águas”, marco na história da música carnavalesca de Pernambuco.
17 Carlos Fernando MÚSICA Compositor e produtor artístico. Grande autor de sucessos do carnaval do Recife na interpretação de Elba Ramalho, Caetano Veloso, Alceu Valença, Chico Buarque, Geraldo Azevedo, etc. destacam-se: “Banho de Cheiro”; “Anjo Avesso”; “O Homem da Meia Noite” e “Leque Moleque”.
18 Carnera MÚSICA Músico, compositor e autor de vários frevos de sucessos. Entre os quais: “Vassourinhas no Rio” e “Frevo da Meia Noite”.
19 Claudionor Germano MÚSICA Considerado o maior intérprete de frevo canção de todos os tempos e o preferido de Capiba e de Nelson Ferreira. Gravou mais de 50 discos de frevos.
20 Clóvis Pereira MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Ex-integrante da Orquestra Sinfônica do Recife e do Movimento Armorial de Pernambuco. É tido como uma das maiores expressões musicais do Brasil. Destacam-se de suas composições os frevos de rua: “Luizinho no frevo”; “Clovinho no Frevo” e “Aveloz”. Compôs ainda a rapsódia de ritmos pernambucanos (caboclinhos, maracatus e frevo).
21 Coral Edgard Moraes MÚSICA Músicos e intérpretes. Regido pelo maestro Marco César é atualmente o melhor coral existente do gênero marcha de bloco.
22 Diários Associados (Rádio, Jornal e TV) DIVULGAÇÃO Imprensa.
23 Dimas Sedícias MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Ex-integrante da Orquestra Sinfônica do Recife onde foi percussionista durante sua existência na orquestra. Um dos grandes compositores de frevo de rua e maracatu, sendo consagrado em vários festivais realizados no Recife.
24 Duda (José Ursicino da Silva) MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Ex-integrante da Jazz Band Acadêmica do Recife e Orquestra Sinfônica do Recife, foi também regente da Banda da Cidade do Recife. É considerado hoje como um dos maiores arranjadores de música popular e erudita do Brasil. Dos seus frevos de rua destacamos: “Lino o Pernambuquinho”; “Marcela” e “Lucinha no Frevo”.
25 Edgard Moraes MÚSICA Músico e compositor. Mestre “Dega”, como era chamado pelos amigos, foi uma das maiores expressões musicais na categoria de marcha de bloco que o Recife conheceu. Edgard Moraes foi criador da marcha hino do Bloco da Saudade “Valores do Passado”, e campeoníssimo dos concursos de músicas carnavalescas realizados pela prefeitura do Recife entre os anos 60 e 70, com as marchas de bloco “Velhos Tempos de Criança”; “A Dor de Uma Saudade”; “A Verdade é Esta” e “Rebeldes Imperial”.
26 Edite Gomes da Silva CARNAVALESCA Carnavalesca, integrante do coral e fundadora da ala feminina do Bloco Batutas de São José.
27 Edmar Lopes CARNAVALESCO Carnavalesco, ex-presidente da “Federação Carnavalesca de Pernambuco”, Membro da “Comissão Permanente do Carnaval” e ex-presidente do “Clube Vassourinhas de Olinda”.
28 Edson Rodrigues MÚSICA Músico, professor, compositor, arranjador e maestro. Ex-regente da Banda Municipal do Recife, Edson tornou-se um dos grandes saxofonistas pernambucanos, e participou de vários grupos musicais da cidade. Compôs os frevos de rua “Duas Épocas”, “Recordando a Tabajara”, “Coqueiro”, “Leviniano”, “Bolachão Vai Sair”.
29 Egídio Bezerra DANÇA Passista. Assim como Arnaldo Francisco das Neves (Coruja) foi um dos maiores passistas do nosso carnaval. Representou Pernambuco em várias capitais do Nordeste e no sul do País.
30 Elba Ramalho MÚSICA Cantora e instrumentista. Através da sua voz interpretando compositores pernambucanos como Carlos Fernando e J. Michiles, o frevo conseguiu mais espaço no âmbito nacional, prova disso está o frevo canção “Banho de Cheiro”, composto nos anos 80 e que até hoje é sucesso absoluto do nosso Carnaval.
31 Enéias Freire CARNAVALESCO Carnavalesco. Criador e fundador do Galo da Madrugada e seu atual presidente.
32 Escola Municipal de Frevo DANÇA Passistas. Foi criada nos anos 80 pela Prefeitura do Recife, no primeiro semestre de 2006 tirou de forma brilhante o 2º lugar no Concurso Internacional de Danças Populares realizado em Nova York.
33 Eugênio Fabrício (Eugênio Fabrício da Silva) MÚSICA Músico, arranjador e compositor. Ex-integrante da Orquestra Sinfônica do Recife e da Banda da Polícia Militar de Pernambuco participou da histórica Jazz Band Acadêmica e da Orquestra Armorial de Pernambuco. Emérito compositor de frevos de rua, como: “Capenga”, “Pif-tac Zig-pong”, “Na Última Hora”, “Albacora”, entre outros.
34 Evandro Rabello PESQUISA Pesquisador, historiador e compositor. É o principal responsável pelas comemorações do centenário do frevo. Através da sua pesquisa descobriu que a palavra “Frevo” foi publicada pela primeira vez no Jornal Pequeno do Recife em 9 de fevereiro de 1907. Em 1992 ficou criado o Dia do Frevo.
35 Expedito Baracho MÚSICA Músico e intérprete. Juntamente com Claudionor Germano foi um dos maiores porta-voz do frevo canção de Pernambuco. Consagrou-se nos anos 80 com o LP “Carnavalença”, com músicas dos Mestres: João e Raul Valença.
36 Felinho (Félix Lins de Albuquerque) MÚSICA Músico, arranjador, compositor e autor da variação original da marcha nº 1 do Clube Vassourinhas.
37 Fernando Zacarias (Porta Estandarte) CARNAVALESCO Um dos mais premiados Porta-Estandartes do carnaval do Recife, atualmente desfila nos grandes Clubes e Troças do nosso carnaval. Sua agremiação oficial é o “Clube das Pás Douradas”.
38 Geraldo Almeida CARNAVALESCO Carnavalesco e compositor. Ao longo dos seus 82 anos de idade é o mais antigo carnavalesco de Clube de Frevo em atividade do nosso carnaval. Fundador e presidente do Clube Reizado Imperial.
39 Geraldo Santos MÚSICA Músico, compositor e maestro. Dirigiu durante muito tempo o curso de formação de instrumentistas na rede oficial de ensino, com destaque para o seu trabalho no “Colégio Jonas Taurino”, onde formou vários profissionais. Atualmente é o regente da Orquestra de Frevo 2001.
40 Getúlio Cavalcante MÚSICA Músico, compositor e interprete. Campeonissimo do Carnaval do Recife, Getulio traz na sua bagagem musical inesquecíveis marchas-de-blocos entre elas “O Bom Sebastião”, “O Último Regresso”, “Boi Castanho”.
41 Gildo Moreno MÚSICA Músico, compositor escreveu memoráveis frevos canções que marcaram época nos nossos carnavais, entre as décadas de 50 a 70, entre eles: “Meu Vestibular”, “Você não Pensou” e “Eu Sou Assim”.
42 Guedes Peixoto MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. É um dos mais respeitados músicos de Pernambuco. Ex-regente da Orquestra Sinfônica do Recife, das Orquestras de Radio e Televisão locais, é também, autor de famosos frevos-de-rua, com destaque para: “Reforma Agrária”, “Frevo da Saudade”, “Trumbicando” e “O Homem do Guarda-Chuva”.
43 Hugo Martins DIVULGAÇÃO Compositor, pesquisador e divulgador. É o mais antigo apresentador de um programa radiofônico dedicado a nossa musica, intitulado “O Tema é Frevo”, levado ao Ar todos os sábados e domingos há mais de trinta anos pela Rádio Universitária de Pernambuco.
44 Irmãos Valença MÚSICA Músicos e compositores. Autores de grandes sucessos do Carnaval de Pernambuco, João e Raul Valença, destacaram-se no cenário nacional pela parceria com o consagrado compositor Lamartine Babo, com a musica “O Teu Cabelo não Nega”, também conhecida como “Mulata”. Compuseram ainda os Frevos “Um Sonho que Durou Três Dias” e “o Teu Lencinho”.
45 Ivanildo Silva MÚSICA Músico e intérprete. Fruto de uma nova geração de intérpretes, Ivanildo é um dos mais respeitados cantores do nosso carnaval e também professor de música. Atualmente vem dedicando-se a formação de novos corais de blocos carnavalescos.
46 J. Michiles MÚSICA Músico, compositor e intérprete. Um dos mais consagrados nomes da nossa musica, Michiles escreveu páginas memoráveis do nosso carnaval, tais como: “Recife, Manhã de Sol”, “Roda e Avisa”, “Diabo Louro” e muitos outros sucessos.
47 João Batista - Boêmio (Porta Estandarte) CARNAVALESCO Carnavalesco. Considerado como um dos maiores Porta-Estandarte do nosso carnaval, soube dignificar a categoria dando-lhe uma dimensão que até hoje vem sendo honrada pelos seus pares. Foi Porta-Estandarte dos Clubes “Pão Duro”, “Prato Misterioso” e “Pás Douradas”.
48 João Santiago MÚSICA Músico, compositor e autor do Hino do Bloco Batuta de São José, intitulado “Sabe Lá o que é Isso” além de grandes sucessos como “Relembrando o Passado” e “Vou com Valdemar”.
49 Jones Albuquerque ADERECISTA Carnavalesco. Grande artesão do carnaval de Pernambuco confeccionou estandartes para as grandes agremiações carnavalescas de Recife e Olinda.
50 José Constantino MÚSICA Músico e compositor. Autor de grandes Frevos de Rua como: “Pra você, Fabinho”, “Nó Cego”, “Três Dias do Ouro”. Atualmente é Diretor da Troça Abanadores do Arruda.
51 José Menezes MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Autor do primeiro Frevo Canção gravado na Fabrica de Discos Rozenblit, em 1953, chamado “Boneca”, compôs ainda grande sucessos do nosso carnaval como: “Baba de Moça”, “Pinga-Fogo” e “Terceiro Dia”.
52 José Rozenblit DIVULGAÇÃO Produtor e divulgador. Fundador da primeira e única fabrica de disco do Nordeste em 1953. Foi um dos maiores divulgadores do nosso Frevo no Brasil e no exterior.
53 José Teles DIVULGAÇÃO Jornalista, escritor e crítico de música do Jornal do Commercio.
54 Leda Alves DIVULGAÇÃO Pesquisadora, divulgadora e produtora.
55 Lenhadores do Recife, Clube Carnavalesco Misto AGREMIAÇÃO CENTENÁRIA O Clube Lenhadores foi fundado a 05 de março de 1897, no antigo Beco das Barreiras, nome da atual José de Alencar, na Boa Vista. Ali foi a sua primeira sede e lá, manteve-se durante 70 anos. Por isso tem ainda hoje o carinhoso apelido de “Leão da Boa Vista”, dado pelos seus simpatizantes. Entre as dezenas de títulos de campeão que possui, orgulha-se de ter sido Campeão do Carnaval do Tricentenário da Restauração Pernambucana, em 1954. Possui também um título raro: Tetracampeão do Carnaval.
56 Leonardo Dantas PESQUISA Jornalista, pesquisador e escritor. Criador e fundador da Fundação de Cultura Cidade do Recife, alem de ser um dos autores de um dos principais documentos sobre a História do nosso carnaval denominado “O Carnaval do Recife”. Foi também criador da FREVIOCA e do Baile da Saudade.
57 Levino Ferreira MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Autor do antológico Frevo de Rua “Último Dia”, foi um dos mais consagrados compositores da nossa musica, entre os seus Frevos destacam-se: ”Alegria de Pompéia”, “Satanás na Onda”, “A Cobra esta Fumando”, entre outros sucessos.
58 Liberato Costa Jr. POLÍTICA Vereador, ex-Prefeito, compositor e carnavalesco.
59 Lima Neto, Hermínio de DIVULGAÇÃO Radialista, locutor, folclorista e estudioso do nosso carnaval. É, atualmente, o locutor mais antigo em atividade nos desfiles e concursos oficiais do carnaval do Recife.
60 Lourival Oliveira MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Foi o primeiro regente da Banda Municipal do Recife e autor de grandes frevos de rua tais como: “Corisco”, “Os Cabras de Lampião” e “Recordação de Badia”.
61 Luiz Boquinha (Luiz de França) MÚSICA Músico, compositor e poeta popular, autor de marchas de blocos provocativas que deram início a rivalidade entre os blocos do Recife, como “Panorama de Folião”.
62 Luiz Bandeira MÚSICA Músico e compositor. Foi de sua autoria o Frevo-Canção “Voltei, Recife” hino do nosso carnaval e “Quarta-feira Ingrata”.
63 Luiz Faustino MÚSICA Músico e compositor. Autor do hino do Bloco Carnavalesco Banhistas do Pina, denominado “Lindas Praias”.
64 Luiz Guimarães MÚSICA Músico, compositor e produtor. Autor dos frevos, “Evocando Nelson Ferreira”, “Pegando Fogo” e “Lágrimas de Pierrô”. É o produtor musical do CD com as musicas vitoriosas do Concurso de Musicas Carnavalescas de Pernambuco.
65 Lula Cardoso Ayres ARTES PLÁSTCAS Artista plástico de renome internacional e autor de vários trabalhos sobre o tema do Carnaval.
66 Marambá (José Mariano da Fonseca Barbosa) MÚSICA Músico, compositor e autor na música “Evoé - Hino do Carnaval de Pernambuco”, dentre outras.
67 Marcelo Varella MÚSICA Jornalista, compositor, fundador do “Bloco da Saudade” e idealizador da “Casa do Carnaval do Recife”. Autor de vários frevos em parceria com: Zoca Madureira, Antônio Nóbrega e Maurício Cavalcanti.
68 Mário Orlando CARNAVALESCO Carnavalesco, ex-presidente da tradicional Troça Cachorro do Homem do Miúdo e durante vários anos, secretário da Federação Carnavalesca de Pernambuco.
69 Mário Souto Maior LITERATURA Escritor, pesquisador, autor de vários trabalhos ligados a cultura pernambucana, destacando-se entre eles, o livro “Antologia do Carnaval do Recife”, em parceria com o jornalista Leonardo Dantas.
70 Mathias da Rocha MÚSICA Músico, compositor e autor da “Marcha nº 1” do Clube Carnavalesco Vassourinhas.
71 Miriam Leite DIVULGAÇÃO Pesquisadora, radialista, divulgadora e produtora do programa “O Bloco Está na Rua” da rádio Universitária FM.
72 Narcizo do Banjo MÚSICA Músico, compositor, fundador de vários blocos carnavalescos, destacando-se entre eles: Bloco Banhistas do Pina, Batutas de São José, Inocentes do Rosarinho, Aurora de Amor, entre outros. Durante 30 anos dirigiu a orquestra do Bloco da Saudade, onde permaneceu até seus últimos dias.
73 Nascimento do Passo DANÇA Passista de renome nacional, divulgador da dança do frevo e criador de vários novos passos.
74 Nelson Ferreira MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Juntamente com Capiba, tornou-se nacionalmente conhecido pelas suas Evocações e pelos frevos-de-rua “Gostosinho” e “Gostosão” alem do “Bloco da Vitória”, “Bem Te Vi”, “Peixe Boi”, “Casá, Casá”.
75 Nenéu Liberalquino, maestro MÚSICA Maestro, violonista, professor, compositor e arranjador. Regente titular e diretor artístico da Banda Sinfônica do Recife, desde 2002, atual Diretor Musical e Regente do Concurso de Música Carnavalesca Pernambucana e do CD com as músicas vencedoras.
76 Nunes, maestro (José de Souza Nunes) MÚSICA Maestro, músico, compositor e arranjador. Um dos homenageados do Carnaval 2007, o Maestro Nunes tornou-se famoso no carnaval de Pernambuco graças aos seus frevos de fácil comunicação com os foliões, como “É de Perder os Sapatos”, “Cabelo de Fogo” e “Mosquetão”.
77 Pás Douradas, Clube Carnavalesco Misto das AGREMIAÇÃO CENTENÁRIA Influenciado pelos sócios do Clube Caiadores, um grupo de trabalhadores do Porto resolveu fundar um novo bloco, e em homenagem aos seus instrumentos de trabalho o denominaram de BLOCO DAS PÁS DE CARVÃO, o qual tomou parte do carnaval do ano seguinte, em 1888. Em 1890, no dia 19 de março (dia de São José, padroeiro do clube) o clube saiu pela ultima vez como Bloco das Pás de Carvão, sendo posteriormente mudado pelos componentes para “CLUBE CARNAVALESCO MISTO DAS PÁS DOURADA”, um dos clubes de maior sucesso e representatividade do carnaval pernambucano.
78 Pelópidas Silveira POLÍTICA Ex-Prefeito sancionou a lei municipal que torna obrigatório a realização do Concurso de Música Carnavalesca e o Desfile Oficial das Agremiações, durante os anos 50.
79 Quinteto Violado MÚSICA Instrumentistas, cantores e arranjadores. Há trinta e cinco anos o Quinteto Violado vem apresentando no seu repertório além da música popular nordestina: xote, xaxado e baião, os nossos três gêneros de frevo, destacando-se para o trabalho do Quinteto as músicas de João Santiago, Capiba e Nelson Ferreira.
80 Rádio e TV Universitária DIVULGAÇÃO Imprensa.
81 Raul Moraes MÚSICA Músico, compositor e arranjador. Considerado como “PRINCIPE DAS MARCHAS DE BLOCO” entre as décadas de 20 e 30, irmão do também compositor Edgard Moraes, foi autor de grandes sucessos do Carnaval do Recife como: “Despedida”, “Batutas Brejeiro” e “Blocos da Flores”.
82 Rede Globo Nordeste DIVULGAÇÃO Imprensa.
83 Rede Tribuna DIVULGAÇÃO Imprensa.
84 Renato Phaelante DIVULGAÇÃO Radialista, produtor musical e coordenador geral da área de som e imagem da Fundação Joaquim Nabuco.
85 Roberto Benjamim PESQUISA Escritor, pesquisador e historiador. Presidente da Comissão Brasileira de Folclore é um dos estudiosos do nosso carnaval, tendo publicado vários trabalhos sobre o tema.
86 Romero Amorim MÚSICA Poeta e compositor. Campeão de vários concursos de musicas carnavalescas promovido pela Prefeitura do Recife. Um dos fundadores do Bloco Aurora de Amor e Coordenador do evento “Aurora de Carnavais” é autor de musicas que integram nosso carnaval como: “Aurora de Amor” em parceria com Maurício Cavalcanti, “Recado à Zezita” e “Recife, Recife”.
87 Rubem Martins Silva CARNAVALESCO Carnavalesco e ex-presidente da Troça Abanadores do Arruda. “Rubem de Abano”, como era carinhosamente conhecido, foi um dos grandes baluartes do nosso carnaval, tendo dedicado grande parte de sua vida à “Troça Carnavalesca Abanadores do Arruda”, conseguindo o titulo inédito de deca-campeão do nosso Carnaval.
88 Samuel Valente PESQUISA/ MÚSICA Compositor e pesquisador. Assim como Hugo Martins é considerado um dos maiores pesquisadores da historia musical de Pernambuco principalmente da música carnavalesca.
89 Senor (Senival Bezerra) MÚSICA Músico e compositor, foi integrante da Jazz Band Acadêmica do Recife e da Orquestra da Rádio Jornal do Commércio. É de sua autoria um dos maiores sucessos de nosso carnaval, que é o frevo de rua “Duda no Frevo”.
90 Sevy Caminha (Pierrô de São José) CARNAVALESCA Carnavalesca. Costureira, aderecista, trabalhou nas grandes Agremiações tradicionais do Bairro de São José, entre elas “Batutas de São José”, “Estudante de São José” e “Vassourinhas”. É também fundadora do “Bloco Pierrot de São José”.
91 Sistema Jornal do Commercio de Comunicação DIVULGAÇÃO Imprensa.
92 Spok (Inaldo Albuquerque) MÚSICA Músico, compositor, arranjador e líder da SpokFrevo Orquestra, grupo de instrumentistas responsáveis pela oxigenação do frevo.
93 Stélio Gonçalves DIVULGAÇÃO Jornalista, compositor e cronista carnavalesco. Foi membro da “Comissão dos Cronistas Carnavalescos de Pernambuco” e da “Comissão Promotora de Carnaval”. Foi Diretor do “Clube Das Pás Douradas”, “Bloco Inocentes do Rosarinho” e da “Troça Destemidos de Campo Grande”.
94 Toscano Filho MÚSICA Músico, compositor, regente e arranjador. Entre os inúmeros frevos de rua de sua autoria, destaque-se o frevo “Folias da Madrugada”, “O Tema é Frevo” e “Teleguiado”.
95 Vassourinhas do Recife, Clube Carnavalesco Misto AGREMIAÇÃO CENTENÁRIA A tradição diz que o “Clube Vassourinhas” foi fundado no dia 6 de janeiro de 1889, o que deve ser verdade, tal a importância atribuída ao Dia de Reis no calendário de festas do Recife antigo. A versão mais antiga diz que a fundação do Clube teria ocorrido durante uma festa havida na casa de Teodoro Matias da Rocha, no Porto da Madeira, Beberibe. Pesquisas mais recente, divulgadas por Evandro Rabello, concluíram à luz da farta documentação que “Vassourinhas” nasceu no tradicional Bairro de São José, local de origem da maioria das agremiações ainda hoje existentes no Recife.
96 Vavá (Lindivaldo de Oliveira Leite) CARNAVALESCO Carnavalesco, ex-diretor da Federação Carnavalesca de Pernambuco e atual Presidente do Bloco Carnavalesco Misto Banhistas do Pina.
97 Waldemar de Oliveira MÚSICA Escritor, músico e compositor. Autor dos frevos “Sá Zeferina Está de Vorta”, “Onde Andará Maria” e “Sai Cartola”. Como escritor publicou entre outros trabalhos o livro “Frevo, Capoeira e Passo”.
98 Walmir Chagas MÚSICA Músico, compositor e intérprete. Carnavalesco do Bairro de São José, foi integrante do “Balé Popular do Recife”, criador do “Veio Mangaba”, e atualmente produtor musical e intérprete de músicas carnavalescas.
99 Zoca (Antônio José Madureira) MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Juntamente com Marcelo Varella fundou o Bloco da Saudade em 1974, entre suas musicas carnavalescas destaca-se “Sete Flexas”, “La Ursa” e “Não Diga Adeus Ainda”.
100 Zumba (José Gonçalves Júnior) MÚSICA Músico, compositor, arranjador e maestro. Considerado pelo Maestro Guerra Peixe, como um dos maiores compositores de frevo de todos os tempos. Seu frevo mais famoso é “Perguntas e Respostas” tocada por todas as orquestras do carnaval de Rua do Recife.

(© JC Online)

Com relação a este tema, saiba mais (arquivo NordesteWeb)


powered by FreeFind