Aos 90
anos, 73 dos quais à frente da Orquestra Tabajara, o maestro
pernambucano Severino Araújo converteu-se num bastião do frevo
JOSÉ TELES
O maestro Severino Araújo tem dez anos a menos do que o frevo. Há
73, ele está à frente da Orquestra Tabajara, uma lenda na música
brasileira – ambos, o maestro e a orquestra. Aos 90 anos, convalescente
de uma operação no joelho, ele alterará uma rotina iniciada no final dos
anos 30. Mais uma vez, como vem acontecendo desde 1938, a Orquestra
Tabajara animará vários bailes de Carnaval no Rio de Janeiro, o maestro,
no entanto, não vai estar no palco: “Estou preparando o repertório que a
orquestra vai tocar, por causa da cirurgia não vou poder fazer o
Carnaval. Quem me substituirá será Jaime, meu irmão mais novo”, explica
Severino Araújo. A propósito, o irmão mais novo dele tem 81 anos, e além
dele, outros irmãos também foram músicos e tocaram com ele na Orquestra
Tabajara: Manuel, trombonista, e Plínio, baterista. Depois de Severino
Araújo, o mais famoso da família foi José, mais conhecido como Zé
Bodega, sax tenor, que marcou época na música brasileira.
Nascido em Limoeiro, Agreste de Pernambuco, filho de mestre de
música, ele teve uma trajetória parecida com a de Capiba, cujo pai
exercia a mesma profissão. Ainda criança, a família de Severino Araújo
mudou-se para a pequena Ingá, no interior da Paraíba. Foi ali que se
destacou como clarinetista, a ponto de sua fama chegar à capital do
Estado e receber convite para integrar a Banda da Polícia Militar. A
carreira recordista de Severino Araújo com a Orquestra Tabajara começa
em 1937, João Pessoa, quando foi contratado como clarinetista da PRI-4,
emissora do governo do Estado, a Rádio Tabajara. E no ano seguinte, com
o falecimento do maestro Luna Freire, ele foi convidado para reger a
orquestra, da qual passou afastado um ano, quando foi contratado pela
poderosa Rádio Tupi, do Rio.
Na então capital federal, Severino Araújo logo tornou-se requisitado
como músico e arranjador, e gravou seus primeiros discos. A estréia, com
frevo, naturalmente. Com o cantor Déo, no vocais, e uma orquestra de
estúdio lançou Eu vou pra Pernambuco, em outubro de 1944. O
primeiro sucesso foi Chorinho em Aldeia, composto quando ele
serviu o Exército no Recife (Aldeia a que se refere é o bairro de
Camaragibe, embora o batalhão em que serviu fique em Paudalho). A
orquestra foi para o Rio em 1945. Ela e seu maestro nunca mais se
separaram desde então.
O frevo, ele conta que faz parte da sua vida: “Eu não sou o mais
indicado para falar da história do frevo. Meu pai é que foi um grande
compositor de frevos”, diz, modesto, em conversa por telefone de sua
casa, no Rio. Mas não demora a lembrar que a Orquestra Tabajara gravou
muitos frevos, e que ele compôs alguns clássicos do gênero, e pelo menos
um álbum antológico, A Tabajara no frevo (Continental, 1956). É
deste álbum um dos frevos mais regravados de Severino Araújo,
Relembrando o Norte, “Esta música eu ainda fiz em João Pessoa, com o
nome de Frevo de Cabo Branco, mas como ninguém no Rio sabia o que
era Cabo Branco, mudei para Relembrando o Norte”, revela o
maestro.
Para ele foi a força das escolas de samba que barrou o sucesso do
frevo no Rio: “As escolas estão pelo Brasil todo, são muito poderosas.
Mas quando chegamos aqui, em 1945, contratados pela Rádio Tupi, fizemos
sucesso tocando frevo. Ficamos seis meses fazendo bailes com frevos, e o
que o patrocinador nos pagou deu para juntar uns bons cruzados (sic), e
ainda sobrou dinheiro para a Tupi”, conta.
Com um dos currículos mais ricos da MPB, gravando com praticamente
todos os grandes nomes da era do rádio, o frevo nunca saiu do repertório
da Orquestra Tabajara. Foi acompanhada pela orquestra de Severino Araújo
que Carmélia Alves emplacou um sucesso, em 1954, com o frevo-canção
Casa de Noca (de Capiba). Quando sabe que no Recife as escolas de
samba não têm mais tanta força, ele emenda: “Nem o frevo. A última vez
que a Tabajara fez Carnaval no Recife foi em 1977. Sei que o frevo não
toca mais por aí. E isso acontece porque os grandes compositores
morreram, existem poucos dos cantores do passado, e as orquestras
desapareceram. Mas não foi só por causa do fim dos bailes de Carnaval, e
sim porque os clubes de pedestres que saíam levando o povo pela rua, com
boas orquestras, também desapareceram”, analisa.
O mais idoso compositor de frevo, ainda em atividade, não aprova
muito o que lhe tem chegado de Pernambuco, “Ouço pouco, mas acho um
frevo errado, é muito corrido. No último Carnaval vi o Recife na TV, mas
quando a orquestra toca é muito ligeiro, não era assim o frevo que
conheci”.
(©
JC Online)
A folia
reinventada de Lula C. Ayres
A obra de um dos mais completos artistas modernistas do País
(foto acima) é fonte de inspiração para a decoração carnavalesca do
Recife
OLÍVIA MINDÊLO
O que há em comum entre essas pinturas e a decoração
carnavalesca que já começa a invadir as ruas do Centro do Recife tem
três palavras: Lula Cardoso Ayres. Um dos mais completos artistas
modernistas de Pernambuco, e do País, Lula soube acertar bem o passo
de seus pincéis para dar vida à maior festa do nosso Estado. Com
igual devoção, também se debruçou sobre as diferentes manifestações
culturais pernambucanas, tão caras ao modernismo no seu esforço de
traduzir a identidade brasileira. Portanto, há de se aplaudir a
homenagem que o Carnaval do Recife faz ao artista.
Mais do que um pintor, Lula travou com a folia uma relação de
antropólogo visual e, ao mesmo tempo, de observador passional,
traduzida em trabalhos de design gráfico, fotografias e até em
croquis para decoração dos bailes. Foi ele quem assinou, nas décadas
de 40 e 50, o projeto de decoração dos tradicionais bailes dos
clubes. Também foi Lula o primeiro a fazer o planejamento visual
para o Carnaval de rua da cidade, na gestão do prefeito José do Rego
Maciel. Fora isso, o artista fotografou passistas, na época em que
ainda arriscavam o passo com um guarda-chuva a tira colo, projetou
marcas para produtos inspiradas na festa e, claro, pintou quadros
memoráveis, como é o caso do óleo sobre tela Frevo, de 1945.
Com exceção desta última obra, os traços do chamado
abstracionismo geométrico marcaram a maioria de seus trabalhos,
quase sempre coloridos e repletos de movimentos – como as demais
danças populares. A estética modernista do jogo das cores e das
formas inspirou os desenhos de Joana Lira para as peças decorativas
do Carnaval 2007. Ela trabalha na empresa Lira Produções, do
arquiteto Carlos Augusto Lira, responsável pelo projeto da festa de
rua do Recife e do Baile Municipal, que acontece hoje no Chevrolet
Hall. “Trabalhamos em cima do traço do pintor modernista,
geométrico, cheio de sombras, facetado, angulado. Fizemos, então,
uma estudo iconográfico de toda a sua obra, mas não é uma releitura,
é uma recriação”, explica Carlos Augusto Lira, desde agosto passado
nesse ofício.
Um certo ar de Carnaval europeu, onde pairam máscaras venezianas
e um glamour parisiense, também está por trás do olhar de Lula ao
retratar a festa de Momo, principalmente nas suas pinturas à guache
dos anos 20 e 30. A influência não é à toa. Ainda na juventude, no
início do século 20, Lula morou no Rio de Janeiro, cujo Carnaval era
impregnado pela cultura européia, de pierrôs e colombinas. Nos anos
20, passou a morar em Paris, onde recebeu fortemente as influências
das vanguardas modernas. Foi só por volta da década de 40 que Lula
voltou morar na sua terra natal, mais precisamente na Usina Cucaú,
propriedade do pai João Cardoso Ayres, na Zona da Mata. A partir
daí, e da vinda ao Recife, em 1945, o artista mergulhou nas raízes
locais que marcariam para sempre a sua arte.
(©
JC Online)
Centenário, frevo é declarado patrimônio
nacionalArrastão antecipado celebra decisão
anunciada por Gilberto Gil
Adriana Del Ré, enviada especial
O frevo agora faz parte do patrimônio imaterial nacional. A decisão, que
marca o centenário do ritmo pernambucano, comemorado nesta sexta-feira,
foi anunciada pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil, e pelo presidente
do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan), Luiz
Fernando de Almeida, em Recife (PE).
O conselho consultivo do Iphan se reuniu a portas fechadas na
sacristia da Igreja de São Pedro dos Clérigos, durante três horas e
meia. Quatorze dos 22 membros do conselho aprovaram o registro do frevo
no patrimônio imaterial brasileiro. O quórum mínimo para a aprovação é
de 12 votos favoráveis. Os conselheiros aprovaram também o tombamento
como patrimônio histórico da casa de vidro projetada e construída em São
Paulo pela arquiteta Lina Bo Bardi.
O Iphan considera como patrimônio cultural imaterial “as práticas e
formas de ver e pensar o mundo, as cerimônias, danças, músicas, lendas e
contos, histórias, brincadeiras junto de objetos, instrumentos e lugares
associados a eles”.
Segundo o presidente do Iphan, na prática este registro compreende
duas vertentes - o valor simbólico e o aspecto econômico. “Dá mais
visibilidade às políticas públicas. Com a Lei Rouanet se for um
patrimônio nacional é mais rápido para se obter recursos”, disse Almeida
que anunciou o projeto da criação do Museu do Frevo, que deve ser
inaugurado em dois anos.
Para o ministro Gilberto Gil, a aprovação do registro mostrou uma
sintonia entre o Iphan e o Ministério da Cultura. “O frevo é exigente,
sofisticado e cultivado em corpo e espírito. É um gênero que canta e
conta com muita exatidão a história de Olinda, Recife e Pernambuco.”
Depois da cerimônia no Pátio da Igreja, o artista Antonio Nóbrega
convocou o público a acompanhar seu arrastão com a música Frevo,
composição feita por oito compositores (incluindo ele), numa ação
inédita no que diz respeito a esse tipo de música. "Um frevo básico tem
32 compassos, então cada um compôs quatro compassos e foi passando para
o outro autor."
Saindo do pátio, blocos, orquestras, passistas e curiosos atenderam o
chamado e atravessaram algumas das principais avenidas da cidade sem
deixar o frevo cair. A esse grupo, outras pessoas foram se juntando no
caminho e virou uma grande festa.
As duas horas de trajeto foram tranquilas, sem registros de
ocorrências. Os foliões foram conduzidos até o palco do Marco Zero e
recebidos com fogos de artifício. Lá, nomes importantes da MPB fizeram
sua homenagem ao frevo, entre eles, Gil, Maria Rita, Nóbrega, Ney
Matogrosso, Lenine. Antes da maratona de shows começar, cerca de 60 mil
pessoas, segundo a organização, já se aglomeravam na frente do palco.
Olinda
As comemorações do centenário do frevo começaram no raiar do dia em
Recife e Olinda quando os moradores foram despertados ao som de pistons,
tambores, trombones e sax, instrumentos responsáveis pelo molho musical
do ritmo pernambucano.
Em Olinda, cerca de 350 músicos, 18 passistas e 30 bonequeiros (como
são chamados aqueles que carregam os bonecos gigantes) começaram a se
concentrar no Alto da Sé, por volta das 5 horas e, duas horas depois,
saíram em cortejo pelas ladeiras do Sítio Histórico da cidade. “Vamos
tocar frevo de rua, frevo-canção e frevo de bloco”, contou o maestro
Clovis da Silva, presidente da Associação dos Maestros de Olinda, que
corria de um lado para o outro orientando seus músicos.
(©
Agência Estado)
Cem personalidades são homenageadas no dia do
Centenário
No dia em que é comemorado o Centenário
do Frevo, 100 personalidades anônimas ou conhecidas do grande público,
que lutam pela preservação e memória do ritmo pernambucano, serão
homenageadas pela Prefeitura do Recife. A solenidade acontece na manhã
desta sexta -feira (9), no Teatro do Parque. Compositores, escritores,
músicos, maestros, artistas plásticos, passistas, porta-estandartes,
políticos, jornalistas, empresários, cantores e intérpretes que
contribuíram e continuam contribuindo para a difusão do frevo, fazem
parte da relação de homenageados.
Alguns desses serão lembrados in memorian, como o mestre Capiba. Nomes
conhecidos nacionalmente como Antônio Nóbrega, Claudionor Germano, Alceu
Valença, Elba Ramalho e Spok estão incluídos. O Sistema Jornal do
Commercio de Comunicação é um dos homenageados pela contribuição que
os diversos veículos (JC OnLine, Jornal do Commercio, Rádio Jornal,
Rádio JC/CBN Recife e TV Jornal) prestam ao ritmo centenário. O
jornalista, escritor e crítico de música do JC, José Teles, também está
na lista dos homenageados.
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Personalidades homenageadas do Frevo |
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Nº |
NOME |
SEGMENTO |
JUSTIFICATIVA |
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1 |
Abelardo da Hora |
ARTES PLÁSTICAS |
Artista plástico e escultor, autor de várias obras sobre as
manifestações populares de Pernambuco com ênfase para o
carnaval, como exemplo “Monumento ao Frevo”, localizado na Praça
do Aeroporto Internacional dos Guararapes. |
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2 |
Ademir Araújo (maestro Formiga) |
MÚSICA |
Compositor, músico, arranjador e maestro e autor de várias obras
sobre o tema. Entre elas: “Formiga está de volta”, “Aí vêm os
palhaços” e “Andréa no frevo”. |
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3 |
Alceu Valença |
MÚSICA |
Cantor, músico e compositor. Entre os seus sucessos para o
carnaval destacam-se: “Morena Tropicana”, e “Chego Já (segura a
coisa)”. É presença marcante nos carnavais do Recife. |
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4 |
Alcides Leão |
MÚSICA |
Músico, compositor de vários frevos. Destacando-se o frevo de
rua “Mordido”, composto na década de 70 para o carnaval do
Recife. |
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5 |
Aldemar Paiva |
MÚSICA |
Radialista, escritor e compositor. Produtor e apresentador do
programa radiofônico: “Pernambuco você é meu”. Parceiro de
Nelson Ferreira no frevo “Saudade”. |
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6 |
Alex (José de Souza Alencar) |
DIVULGAÇÃO |
Escritor, cronista social, ex-integrante da Comissão dos
Cronistas Carnavalescos e da Comissão Promotora do Carnaval.
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7 |
Alírio Moraes |
MÚSICA |
Poeta e compositor. Autor de várias marchas de bloco, entre elas
“Anos Dourados”, “Bairro dos Meus Amores” e “Bouquê de Boneca”.
Principal compositor do Bloco Pierrô de São José. |
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8 |
Antônio Maria |
MÚSICA |
Jornalista e compositor. Autor dos frevos “Nº 1”, “Nº 2” e “Nº 3
do Recife”. |
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9 |
Antônio Nóbrega |
MÚSICA |
Músico, instrumentista, compositor, intérprete e dançarino.
Revelado no Movimento Armorial criado por Ariano Suassuna é
considerado hoje como multiartista pelos críticos nacionais e
internacionais de musica. Seu último lançamento é o CD/DVD “9 de
frevereiro”, homenagem aos 100 anos do frevo. |
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10 |
Antúlio Madureira |
MÚSICA |
Músico, instrumentista, compositor e intérprete. Ex-integrante
do Balé Popular do Recife é hoje um dos maiores artista
pernambucano que fazem sucesso no Brasil e no exterior. |
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11 |
Arnaldo Francisco das Neves (Coruja) |
DANÇA |
Músico e 1º passista a levar o “passo” para fora do Estado. |
|
12 |
Balé Popular do Recife – André Madureira |
DANÇA |
Criada em 1975 foi o primeiro grupo de danças populares a manter
espetáculos em teatros locais e levar ao exterior o frevo em
forma de dança e música. Dirigido por André Madureira. |
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13 |
Banda de Pau-e-corda |
MÚSICA |
Instrumentistas, vocalistas e arranjadores. A Banda de Pau e
Corda marcou época no carnaval do Recife, durante os anos 80
quando faziam sucesso absoluto na praia de Boa Viagem. Seu frevo
de maior sucesso “Viva o Recife”, foi composto pelos irmãos
Valtinho e Roberto Andrade. |
|
14 |
Bráulio de Castro |
MÚSICA |
Compositor de vários sucessos nacionais nas vozes de Nando
Cordel, Noite Ilustrada, Caju e Castanha, Benito de Paula, Luiz
Américo, e outros. Com sua mulher Fátima de Castro, formam uma
dupla de compositores campeã de vários concursos de frevo
realizados pela Prefeitura do Recife. Entre as suas composições
destacam-se as marchas de blocos: “Eu Quero Mais”, “O Banjo de
Narcizo”, e “100 anos de Edgard”. |
|
15 |
Capiba (Lourenço da Fonseca Barbosa) |
MÚSICA |
Músico e compositor. É considerado um dos maiores compositores
brasileiro de todos os tempos. Fez do frevo canção o seu carro
chefe, tendo como seu principal intérprete Claudionor Germano.
Destacam-se: “É de Amargar”; “Casinha Pequenina”; “Júlia”; “Oh!
Bela” e a marcha de bloco “Madeira Que o Cupim não Rói”. |
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16 |
Capitão Zuzinha (José Lourenço da Silva) |
MÚSICA |
Músico e compositor do frevo de rua “Divisor de Águas”, marco na
história da música carnavalesca de Pernambuco. |
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17 |
Carlos Fernando |
MÚSICA |
Compositor e produtor artístico. Grande autor de sucessos do
carnaval do Recife na interpretação de Elba Ramalho, Caetano
Veloso, Alceu Valença, Chico Buarque, Geraldo Azevedo, etc.
destacam-se: “Banho de Cheiro”; “Anjo Avesso”; “O Homem da Meia
Noite” e “Leque Moleque”. |
|
18 |
Carnera |
MÚSICA |
Músico, compositor e autor de vários frevos de sucessos. Entre
os quais: “Vassourinhas no Rio” e “Frevo da Meia Noite”. |
|
19 |
Claudionor Germano |
MÚSICA |
Considerado o maior intérprete de frevo canção de todos os
tempos e o preferido de Capiba e de Nelson Ferreira. Gravou mais
de 50 discos de frevos. |
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20 |
Clóvis Pereira |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Ex-integrante da
Orquestra Sinfônica do Recife e do Movimento Armorial de
Pernambuco. É tido como uma das maiores expressões musicais do
Brasil. Destacam-se de suas composições os frevos de rua:
“Luizinho no frevo”; “Clovinho no Frevo” e “Aveloz”. Compôs
ainda a rapsódia de ritmos pernambucanos (caboclinhos, maracatus
e frevo). |
|
21 |
Coral Edgard Moraes |
MÚSICA |
Músicos e intérpretes. Regido pelo maestro Marco César é
atualmente o melhor coral existente do gênero marcha de bloco. |
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22 |
Diários Associados (Rádio, Jornal e TV) |
DIVULGAÇÃO |
Imprensa. |
|
23 |
Dimas Sedícias |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Ex-integrante da
Orquestra Sinfônica do Recife onde foi percussionista durante
sua existência na orquestra. Um dos grandes compositores de
frevo de rua e maracatu, sendo consagrado em vários festivais
realizados no Recife. |
|
24 |
Duda (José Ursicino da Silva) |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Ex-integrante da Jazz
Band Acadêmica do Recife e Orquestra Sinfônica do Recife, foi
também regente da Banda da Cidade do Recife. É considerado hoje
como um dos maiores arranjadores de música popular e erudita do
Brasil. Dos seus frevos de rua destacamos: “Lino o
Pernambuquinho”; “Marcela” e “Lucinha no Frevo”. |
|
25 |
Edgard Moraes |
MÚSICA |
Músico e compositor. Mestre “Dega”, como era chamado pelos
amigos, foi uma das maiores expressões musicais na categoria de
marcha de bloco que o Recife conheceu. Edgard Moraes foi criador
da marcha hino do Bloco da Saudade “Valores do Passado”, e
campeoníssimo dos concursos de músicas carnavalescas realizados
pela prefeitura do Recife entre os anos 60 e 70, com as marchas
de bloco “Velhos Tempos de Criança”; “A Dor de Uma Saudade”; “A
Verdade é Esta” e “Rebeldes Imperial”. |
|
26 |
Edite Gomes da Silva |
CARNAVALESCA |
Carnavalesca, integrante do coral e fundadora da ala feminina do
Bloco Batutas de São José. |
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27 |
Edmar Lopes |
CARNAVALESCO |
Carnavalesco, ex-presidente da “Federação Carnavalesca de
Pernambuco”, Membro da “Comissão Permanente do Carnaval” e
ex-presidente do “Clube Vassourinhas de Olinda”. |
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28 |
Edson Rodrigues |
MÚSICA |
Músico, professor, compositor, arranjador e maestro. Ex-regente
da Banda Municipal do Recife, Edson tornou-se um dos grandes
saxofonistas pernambucanos, e participou de vários grupos
musicais da cidade. Compôs os frevos de rua “Duas Épocas”,
“Recordando a Tabajara”, “Coqueiro”, “Leviniano”, “Bolachão Vai
Sair”. |
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29 |
Egídio Bezerra |
DANÇA |
Passista. Assim como Arnaldo Francisco das Neves (Coruja) foi um
dos maiores passistas do nosso carnaval. Representou Pernambuco
em várias capitais do Nordeste e no sul do País. |
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30 |
Elba Ramalho |
MÚSICA |
Cantora e instrumentista. Através da sua voz interpretando
compositores pernambucanos como Carlos Fernando e J. Michiles, o
frevo conseguiu mais espaço no âmbito nacional, prova disso está
o frevo canção “Banho de Cheiro”, composto nos anos 80 e que até
hoje é sucesso absoluto do nosso Carnaval. |
|
31 |
Enéias Freire |
CARNAVALESCO |
Carnavalesco. Criador e fundador do Galo da Madrugada e seu
atual presidente. |
|
32 |
Escola Municipal de Frevo |
DANÇA |
Passistas. Foi criada nos anos 80 pela Prefeitura do Recife, no
primeiro semestre de 2006 tirou de forma brilhante o 2º lugar no
Concurso Internacional de Danças Populares realizado em Nova
York. |
|
33 |
Eugênio Fabrício (Eugênio Fabrício da Silva) |
MÚSICA |
Músico, arranjador e compositor. Ex-integrante da Orquestra
Sinfônica do Recife e da Banda da Polícia Militar de Pernambuco
participou da histórica Jazz Band Acadêmica e da Orquestra
Armorial de Pernambuco. Emérito compositor de frevos de rua,
como: “Capenga”, “Pif-tac Zig-pong”, “Na Última Hora”,
“Albacora”, entre outros. |
|
34 |
Evandro Rabello |
PESQUISA |
Pesquisador, historiador e compositor. É o principal responsável
pelas comemorações do centenário do frevo. Através da sua
pesquisa descobriu que a palavra “Frevo” foi publicada pela
primeira vez no Jornal Pequeno do Recife em 9 de fevereiro de
1907. Em 1992 ficou criado o Dia do Frevo. |
|
35 |
Expedito Baracho |
MÚSICA |
Músico e intérprete. Juntamente com Claudionor Germano foi um
dos maiores porta-voz do frevo canção de Pernambuco.
Consagrou-se nos anos 80 com o LP “Carnavalença”, com músicas
dos Mestres: João e Raul Valença. |
|
36 |
Felinho (Félix Lins de Albuquerque) |
MÚSICA |
Músico, arranjador, compositor e autor da variação original da
marcha nº 1 do Clube Vassourinhas. |
|
37 |
Fernando Zacarias (Porta Estandarte) |
CARNAVALESCO |
Um dos mais premiados Porta-Estandartes do carnaval do Recife,
atualmente desfila nos grandes Clubes e Troças do nosso
carnaval. Sua agremiação oficial é o “Clube das Pás Douradas”. |
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38 |
Geraldo Almeida |
CARNAVALESCO |
Carnavalesco e compositor. Ao longo dos seus 82 anos de idade é
o mais antigo carnavalesco de Clube de Frevo em atividade do
nosso carnaval. Fundador e presidente do Clube Reizado Imperial. |
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39 |
Geraldo Santos |
MÚSICA |
Músico, compositor e maestro. Dirigiu durante muito tempo o
curso de formação de instrumentistas na rede oficial de ensino,
com destaque para o seu trabalho no “Colégio Jonas Taurino”,
onde formou vários profissionais. Atualmente é o regente da
Orquestra de Frevo 2001. |
|
40 |
Getúlio Cavalcante |
MÚSICA |
Músico, compositor e interprete. Campeonissimo do Carnaval do
Recife, Getulio traz na sua bagagem musical inesquecíveis
marchas-de-blocos entre elas “O Bom Sebastião”, “O Último
Regresso”, “Boi Castanho”. |
|
41 |
Gildo Moreno |
MÚSICA |
Músico, compositor escreveu memoráveis frevos canções que
marcaram época nos nossos carnavais, entre as décadas de 50 a
70, entre eles: “Meu Vestibular”, “Você não Pensou” e “Eu Sou
Assim”. |
|
42 |
Guedes Peixoto |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. É um dos mais
respeitados músicos de Pernambuco. Ex-regente da Orquestra
Sinfônica do Recife, das Orquestras de Radio e Televisão locais,
é também, autor de famosos frevos-de-rua, com destaque para:
“Reforma Agrária”, “Frevo da Saudade”, “Trumbicando” e “O Homem
do Guarda-Chuva”. |
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43 |
Hugo Martins |
DIVULGAÇÃO |
Compositor, pesquisador e divulgador. É o mais antigo
apresentador de um programa radiofônico dedicado a nossa musica,
intitulado “O Tema é Frevo”, levado ao Ar todos os sábados e
domingos há mais de trinta anos pela Rádio Universitária de
Pernambuco. |
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44 |
Irmãos Valença |
MÚSICA |
Músicos e compositores. Autores de grandes sucessos do Carnaval
de Pernambuco, João e Raul Valença, destacaram-se no cenário
nacional pela parceria com o consagrado compositor Lamartine
Babo, com a musica “O Teu Cabelo não Nega”, também conhecida
como “Mulata”. Compuseram ainda os Frevos “Um Sonho que Durou
Três Dias” e “o Teu Lencinho”. |
|
45 |
Ivanildo Silva |
MÚSICA |
Músico e intérprete. Fruto de uma nova geração de intérpretes,
Ivanildo é um dos mais respeitados cantores do nosso carnaval e
também professor de música. Atualmente vem dedicando-se a
formação de novos corais de blocos carnavalescos. |
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46 |
J. Michiles |
MÚSICA |
Músico, compositor e intérprete. Um dos mais consagrados nomes
da nossa musica, Michiles escreveu páginas memoráveis do nosso
carnaval, tais como: “Recife, Manhã de Sol”, “Roda e Avisa”,
“Diabo Louro” e muitos outros sucessos. |
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47 |
João Batista - Boêmio (Porta Estandarte) |
CARNAVALESCO |
Carnavalesco. Considerado como um dos maiores Porta-Estandarte
do nosso carnaval, soube dignificar a categoria dando-lhe uma
dimensão que até hoje vem sendo honrada pelos seus pares. Foi
Porta-Estandarte dos Clubes “Pão Duro”, “Prato Misterioso” e
“Pás Douradas”. |
|
48 |
João Santiago |
MÚSICA |
Músico, compositor e autor do Hino do Bloco Batuta de São José,
intitulado “Sabe Lá o que é Isso” além de grandes sucessos como
“Relembrando o Passado” e “Vou com Valdemar”. |
|
49 |
Jones Albuquerque |
ADERECISTA |
Carnavalesco. Grande artesão do carnaval de Pernambuco
confeccionou estandartes para as grandes agremiações
carnavalescas de Recife e Olinda. |
|
50 |
José Constantino |
MÚSICA |
Músico e compositor. Autor de grandes Frevos de Rua como: “Pra
você, Fabinho”, “Nó Cego”, “Três Dias do Ouro”. Atualmente é
Diretor da Troça Abanadores do Arruda. |
|
51 |
José Menezes |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Autor do primeiro
Frevo Canção gravado na Fabrica de Discos Rozenblit, em 1953,
chamado “Boneca”, compôs ainda grande sucessos do nosso carnaval
como: “Baba de Moça”, “Pinga-Fogo” e “Terceiro Dia”. |
|
52 |
José Rozenblit |
DIVULGAÇÃO |
Produtor e divulgador. Fundador da primeira e única fabrica de
disco do Nordeste em 1953. Foi um dos maiores divulgadores do
nosso Frevo no Brasil e no exterior. |
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53 |
José Teles |
DIVULGAÇÃO |
Jornalista, escritor e crítico de música do Jornal do Commercio. |
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54 |
Leda Alves |
DIVULGAÇÃO |
Pesquisadora, divulgadora e produtora. |
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55 |
Lenhadores do Recife, Clube Carnavalesco Misto |
AGREMIAÇÃO CENTENÁRIA |
O Clube Lenhadores foi fundado a 05 de março de 1897, no antigo
Beco das Barreiras, nome da atual José de Alencar, na Boa Vista.
Ali foi a sua primeira sede e lá, manteve-se durante 70 anos.
Por isso tem ainda hoje o carinhoso apelido de “Leão da Boa
Vista”, dado pelos seus simpatizantes. Entre as dezenas de
títulos de campeão que possui, orgulha-se de ter sido Campeão do
Carnaval do Tricentenário da Restauração Pernambucana, em 1954.
Possui também um título raro: Tetracampeão do Carnaval. |
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56 |
Leonardo Dantas |
PESQUISA |
Jornalista, pesquisador e escritor. Criador e fundador da
Fundação de Cultura Cidade do Recife, alem de ser um dos autores
de um dos principais documentos sobre a História do nosso
carnaval denominado “O Carnaval do Recife”. Foi também criador
da FREVIOCA e do Baile da Saudade. |
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57 |
Levino Ferreira |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Autor do antológico
Frevo de Rua “Último Dia”, foi um dos mais consagrados
compositores da nossa musica, entre os seus Frevos destacam-se:
”Alegria de Pompéia”, “Satanás na Onda”, “A Cobra esta Fumando”,
entre outros sucessos. |
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58 |
Liberato Costa Jr. |
POLÍTICA |
Vereador, ex-Prefeito, compositor e carnavalesco. |
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59 |
Lima Neto, Hermínio de |
DIVULGAÇÃO |
Radialista, locutor, folclorista e estudioso do nosso carnaval.
É, atualmente, o locutor mais antigo em atividade nos desfiles e
concursos oficiais do carnaval do Recife. |
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60 |
Lourival Oliveira |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Foi o primeiro regente
da Banda Municipal do Recife e autor de grandes frevos de rua
tais como: “Corisco”, “Os Cabras de Lampião” e “Recordação de
Badia”. |
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61 |
Luiz Boquinha (Luiz de França) |
MÚSICA |
Músico, compositor e poeta popular, autor de marchas de blocos
provocativas que deram início a rivalidade entre os blocos do
Recife, como “Panorama de Folião”. |
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62 |
Luiz Bandeira |
MÚSICA |
Músico e compositor. Foi de sua autoria o Frevo-Canção “Voltei,
Recife” hino do nosso carnaval e “Quarta-feira Ingrata”. |
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63 |
Luiz Faustino |
MÚSICA |
Músico e compositor. Autor do hino do Bloco Carnavalesco
Banhistas do Pina, denominado “Lindas Praias”. |
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64 |
Luiz Guimarães |
MÚSICA |
Músico, compositor e produtor. Autor dos frevos, “Evocando
Nelson Ferreira”, “Pegando Fogo” e “Lágrimas de Pierrô”. É o
produtor musical do CD com as musicas vitoriosas do Concurso de
Musicas Carnavalescas de Pernambuco.
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65 |
Lula Cardoso Ayres |
ARTES PLÁSTCAS |
Artista plástico de renome internacional e autor de vários
trabalhos sobre o tema do Carnaval. |
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66 |
Marambá (José Mariano da Fonseca Barbosa) |
MÚSICA |
Músico, compositor e autor na música “Evoé - Hino do Carnaval de
Pernambuco”, dentre outras. |
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67 |
Marcelo Varella |
MÚSICA |
Jornalista, compositor, fundador do “Bloco da Saudade” e
idealizador da “Casa do Carnaval do Recife”. Autor de vários
frevos em parceria com: Zoca Madureira, Antônio Nóbrega e
Maurício Cavalcanti. |
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68 |
Mário Orlando |
CARNAVALESCO |
Carnavalesco, ex-presidente da tradicional Troça Cachorro do
Homem do Miúdo e durante vários anos, secretário da Federação
Carnavalesca de Pernambuco. |
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69 |
Mário Souto Maior |
LITERATURA |
Escritor, pesquisador, autor de vários trabalhos ligados a
cultura pernambucana, destacando-se entre eles, o livro
“Antologia do Carnaval do Recife”, em parceria com o jornalista
Leonardo Dantas. |
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70 |
Mathias da Rocha |
MÚSICA |
Músico, compositor e autor da “Marcha nº 1” do Clube
Carnavalesco Vassourinhas. |
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71 |
Miriam Leite |
DIVULGAÇÃO |
Pesquisadora, radialista, divulgadora e produtora do programa “O
Bloco Está na Rua” da rádio Universitária FM. |
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72 |
Narcizo do Banjo |
MÚSICA |
Músico, compositor, fundador de vários blocos carnavalescos,
destacando-se entre eles: Bloco Banhistas do Pina, Batutas de
São José, Inocentes do Rosarinho, Aurora de Amor, entre outros.
Durante 30 anos dirigiu a orquestra do Bloco da Saudade, onde
permaneceu até seus últimos dias. |
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73 |
Nascimento do Passo |
DANÇA |
Passista de renome nacional, divulgador da dança do frevo e
criador de vários novos passos. |
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74 |
Nelson Ferreira |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Juntamente com Capiba,
tornou-se nacionalmente conhecido pelas suas Evocações e pelos
frevos-de-rua “Gostosinho” e “Gostosão” alem do “Bloco da
Vitória”, “Bem Te Vi”, “Peixe Boi”, “Casá, Casá”. |
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75 |
Nenéu Liberalquino, maestro |
MÚSICA |
Maestro, violonista, professor, compositor e arranjador. Regente
titular e diretor artístico da Banda Sinfônica do Recife, desde
2002, atual Diretor Musical e Regente do Concurso de Música
Carnavalesca Pernambucana e do CD com as músicas vencedoras. |
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76 |
Nunes, maestro (José de Souza Nunes) |
MÚSICA |
Maestro, músico, compositor e arranjador. Um dos homenageados do
Carnaval 2007, o Maestro Nunes tornou-se famoso no carnaval de
Pernambuco graças aos seus frevos de fácil comunicação com os
foliões, como “É de Perder os Sapatos”, “Cabelo de Fogo” e
“Mosquetão”. |
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77 |
Pás Douradas, Clube Carnavalesco Misto das |
AGREMIAÇÃO CENTENÁRIA |
Influenciado pelos sócios do Clube Caiadores, um grupo de
trabalhadores do Porto resolveu fundar um novo bloco, e em
homenagem aos seus instrumentos de trabalho o denominaram de
BLOCO DAS PÁS DE CARVÃO, o qual tomou parte do carnaval do ano
seguinte, em 1888. Em 1890, no dia 19 de março (dia de São José,
padroeiro do clube) o clube saiu pela ultima vez como Bloco das
Pás de Carvão, sendo posteriormente mudado pelos componentes
para “CLUBE CARNAVALESCO MISTO DAS PÁS DOURADA”, um dos clubes
de maior sucesso e representatividade do carnaval pernambucano. |
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78 |
Pelópidas Silveira |
POLÍTICA |
Ex-Prefeito sancionou a lei municipal que torna obrigatório a
realização do Concurso de Música Carnavalesca e o Desfile
Oficial das Agremiações, durante os anos 50. |
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79 |
Quinteto Violado |
MÚSICA |
Instrumentistas, cantores e arranjadores. Há trinta e cinco anos
o Quinteto Violado vem apresentando no seu repertório além da
música popular nordestina: xote, xaxado e baião, os nossos três
gêneros de frevo, destacando-se para o trabalho do Quinteto as
músicas de João Santiago, Capiba e Nelson Ferreira. |
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80 |
Rádio e TV Universitária |
DIVULGAÇÃO |
Imprensa. |
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81 |
Raul Moraes |
MÚSICA |
Músico, compositor e arranjador. Considerado como “PRINCIPE DAS
MARCHAS DE BLOCO” entre as décadas de 20 e 30, irmão do também
compositor Edgard Moraes, foi autor de grandes sucessos do
Carnaval do Recife como: “Despedida”, “Batutas Brejeiro” e
“Blocos da Flores”. |
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82 |
Rede Globo Nordeste |
DIVULGAÇÃO |
Imprensa. |
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83 |
Rede Tribuna |
DIVULGAÇÃO |
Imprensa. |
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84 |
Renato Phaelante |
DIVULGAÇÃO |
Radialista, produtor musical e coordenador geral da área de som
e imagem da Fundação Joaquim Nabuco. |
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85 |
Roberto Benjamim |
PESQUISA |
Escritor, pesquisador e historiador. Presidente da Comissão
Brasileira de Folclore é um dos estudiosos do nosso carnaval,
tendo publicado vários trabalhos sobre o tema. |
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86 |
Romero Amorim |
MÚSICA |
Poeta e compositor. Campeão de vários concursos de musicas
carnavalescas promovido pela Prefeitura do Recife. Um dos
fundadores do Bloco Aurora de Amor e Coordenador do evento
“Aurora de Carnavais” é autor de musicas que integram nosso
carnaval como: “Aurora de Amor” em parceria com Maurício
Cavalcanti, “Recado à Zezita” e “Recife, Recife”. |
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87 |
Rubem Martins Silva |
CARNAVALESCO |
Carnavalesco e ex-presidente da Troça Abanadores do Arruda.
“Rubem de Abano”, como era carinhosamente conhecido, foi um dos
grandes baluartes do nosso carnaval, tendo dedicado grande parte
de sua vida à “Troça Carnavalesca Abanadores do Arruda”,
conseguindo o titulo inédito de deca-campeão do nosso Carnaval. |
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88 |
Samuel Valente |
PESQUISA/ MÚSICA |
Compositor e pesquisador. Assim como Hugo Martins é considerado
um dos maiores pesquisadores da historia musical de Pernambuco
principalmente da música carnavalesca. |
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89 |
Senor (Senival Bezerra) |
MÚSICA |
Músico e compositor, foi integrante da Jazz Band Acadêmica do
Recife e da Orquestra da Rádio Jornal do Commércio. É de sua
autoria um dos maiores sucessos de nosso carnaval, que é o frevo
de rua “Duda no Frevo”. |
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90 |
Sevy Caminha (Pierrô de São José) |
CARNAVALESCA |
Carnavalesca. Costureira, aderecista, trabalhou nas grandes
Agremiações tradicionais do Bairro de São José, entre elas
“Batutas de São José”, “Estudante de São José” e “Vassourinhas”.
É também fundadora do “Bloco Pierrot de São José”. |
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91 |
Sistema Jornal do Commercio de Comunicação |
DIVULGAÇÃO |
Imprensa. |
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92 |
Spok (Inaldo Albuquerque) |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e líder da SpokFrevo Orquestra,
grupo de instrumentistas responsáveis pela oxigenação do frevo. |
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93 |
Stélio Gonçalves |
DIVULGAÇÃO |
Jornalista, compositor e cronista carnavalesco. Foi membro da
“Comissão dos Cronistas Carnavalescos de Pernambuco” e da
“Comissão Promotora de Carnaval”. Foi Diretor do “Clube Das Pás
Douradas”, “Bloco Inocentes do Rosarinho” e da “Troça Destemidos
de Campo Grande”. |
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94 |
Toscano Filho |
MÚSICA |
Músico, compositor, regente e arranjador. Entre os inúmeros
frevos de rua de sua autoria, destaque-se o frevo “Folias da
Madrugada”, “O Tema é Frevo” e “Teleguiado”. |
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95 |
Vassourinhas do Recife, Clube Carnavalesco Misto |
AGREMIAÇÃO CENTENÁRIA |
A tradição diz que o “Clube Vassourinhas” foi fundado no dia 6
de janeiro de 1889, o que deve ser verdade, tal a importância
atribuída ao Dia de Reis no calendário de festas do Recife
antigo. A versão mais antiga diz que a fundação do Clube teria
ocorrido durante uma festa havida na casa de Teodoro Matias da
Rocha, no Porto da Madeira, Beberibe. Pesquisas mais recente,
divulgadas por Evandro Rabello, concluíram à luz da farta
documentação que “Vassourinhas” nasceu no tradicional Bairro de
São José, local de origem da maioria das agremiações ainda hoje
existentes no Recife. |
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96 |
Vavá (Lindivaldo de Oliveira Leite) |
CARNAVALESCO |
Carnavalesco, ex-diretor da Federação Carnavalesca de Pernambuco
e atual Presidente do Bloco Carnavalesco Misto Banhistas do
Pina. |
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97 |
Waldemar de Oliveira |
MÚSICA |
Escritor, músico e compositor. Autor dos frevos “Sá Zeferina
Está de Vorta”, “Onde Andará Maria” e “Sai Cartola”. Como
escritor publicou entre outros trabalhos o livro “Frevo,
Capoeira e Passo”. |
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98 |
Walmir Chagas |
MÚSICA |
Músico, compositor e intérprete. Carnavalesco do Bairro de São
José, foi integrante do “Balé Popular do Recife”, criador do
“Veio Mangaba”, e atualmente produtor musical e intérprete de
músicas carnavalescas. |
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99 |
Zoca (Antônio José Madureira) |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Juntamente com Marcelo
Varella fundou o Bloco da Saudade em 1974, entre suas musicas
carnavalescas destaca-se “Sete Flexas”, “La Ursa” e “Não Diga
Adeus Ainda”. |
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100 |
Zumba (José Gonçalves Júnior) |
MÚSICA |
Músico, compositor, arranjador e maestro. Considerado pelo
Maestro Guerra Peixe, como um dos maiores compositores de frevo
de todos os tempos. Seu frevo mais famoso é “Perguntas e
Respostas” tocada por todas as orquestras do carnaval de Rua do
Recife. |
(©
JC Online)
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