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Filme
de Walter Carvalho abre a mostra |
Começa hoje, no Cine-teatro Apolo, o 3º Panorama Recife de
documentários, mostra com mais de 30 produções nacionais e internacionais
MARCOS TOLEDO
“Quando a realidade parece ficção, está na hora de fazer
documentário.” Este slogan, da campanha do DocTV ibero-americano,
define bem a força que o gênero adquiriu nos últimos anos.
Conseqüentemente, eventos como o Panorama Recife de documentários,
cuja terceira edição tem início hoje e vai até a próxima quinta-feira nos
cinemas da Prefeitura, ganham a cada dia mais notoriedade e apresentam uma
riqueza maior de temas.
A exemplo do ano passado, o festival assume a programação do
Cine-teatro Apolo (Bairro do Recife) e conta com uma mostra paralela no
Cine-teatro do Parque (Boa Vista), onde são exibidas algumas reprises.
Este fim de semana há apenas sessões duplas de longas-metragens, porém, a
partir de segunda, os programas contam também com curtas e médias. As
apresentações são feitas em película e vídeo.
Antes de tudo, vale ressaltar uma diferenciação relacionada ao ingresso
decidida em cima da hora: os preços dos dois cine-teatros são mantidos
(confira no serviço do quadro ao lado), com algumas ressalvas. São
cobradas entradas apenas para os longas-metragens, com a exceção de
Morro da Conceição e Caparaó (segunda e quarta no Apolo,
respectivamente), e Os melhores anos de nossas vidas e O véu de
Berta (ambos na terça, no Parque), cujas exibições são gratuitas.
Alguns longas aproveitam o evento para fazer seu lançamento nacional.
Caso dos supracitados Morro da Conceição e O véu de Berta, e
de O homem-urso, do alemão Werner Herzog. A honra de abertura fica
a cargo de Moacir arte bruta, novo filme de Walter Carvalho –
co-diretor de Janela da alma e Cazuza: o tempo não pára, e
diretor de fotografia de produções como Central do Brasil,
Amarelo manga e Crime delicado, apenas para citar alguns. Pena
que o realizador, que está quase se transformando numa instituição do
cinema brasileiro, cancelou sua participação na estréia. Aliás, até o
fechamento desta edição não havia qualquer participação confirmada.
Outros longas, como Maria Bethânia: música é perfume, de Georges
Gachot, e Moro no Brasil, de Mika Kaurismäki, disputam a atenção do
público recifense com médias como Dona Helena, de Dainara Toffoli,
e Ensolarado byte, Maurício Corrêa, curtas como Seu Juca, de
Oscar Malta, Descobrindo Waltel, de Alessandro Gamo, e Ryan,
de Chris Landreth, e vídeos como Mauro Shampoo: jogador, cabelereiro e
homem, de Paulo Fontenelle & Leonardo Cunha Lima, e Textículos de
Mary e outras histórias, de Flávia da Rosa Borges.
(©
JC Online)
Confira a
programação do Panorama de Documentários
» Sábado (20)
Cinema Apolo:-
19h - Longa-Metragem Nacional
MOACIR ARTE BRUTA (BRA/GO, 2005, 72 minutos), de Walter Carvalho. Pintor
primitivista de 42 anos, negro, com problemas de audição, fala e formação
óssea vive na Chapada dos Veadeiros, em condições de pobreza. Desenha e
pinta com lápis de cera: seres humanos, fauna e flora, visões, religião e
sexo. O traço do artista impressiona pela beleza.
- 20h45 - Sessão Especial - Ciclo Jean Rouch
MOSSO MOSSO (1998, colorido, 73 minutos). Documentário dirigido por
Jean-André Fieschi, um dos mais importantes críticos de cinema europeu de
sua geração, colaborador da "Cahiers du Cinema". Ele traça um perfil de
Jean Rouch e recupera alguns dos principais momentos de sua obra.
» Domingo (21)
Cinema Apolo:
19h - Longa-Metragem Nacional
SOLDADO DE DEUS (BRA/RJ, 2004, 80 minutos), de Sérgio Sanz. Relato sobre o
integralismo (o primeiro movimento de massas no Brasil) e o seu principal
mentor, Plínio Salgado. Traz o testemunho daqueles que ajudaram a
estabelecer, exerceram e deixaram de defender seus princípios e práticas e
aqueles que sempre o condenaram.
20h45 - Longa-Metragem Internacional
MARIA BETHÂNIA - MÚSICA É PERFUME (FRA/SUI, 2005, 82 minutos), de Georges
Gachot. Uma análise do processo criativo da cantora e o mapeamento da
formação da música popular brasileira. Nos anos 60 surge como uma das
musas da contracultura brasileira, da resistência ao regime militar (no
espetáculo "Opinião") e se torna uma das mais cultuadas intérpretes da
MPB. Após a mostra faz temporada no Cinema Apolo.
» Segunda (22)
Cinema Apolo:
15h - Vídeos
MAURO SHAMPOO - JOGADOR, CABELEREIRO E HOMEM (BRA/RJ/PE, 2006, 22
minutos), de Paulo Fontenelle e Leonardo Cunha Lima. Com muito humor,
aborda a vida do ex-jogador de futebol do Íbis, considerado o pior time do
mundo, que trabalha no seu próprio salão de beleza, fazendo cortes
exóticos.
15h30 - Ciclo Jean Rouch
POUCO A POUCO (Petit à Petit, FRA, 1972, 90 minutos). Adaptação das Cartas
Persas, de Montesquieu, acompanha africano em viagem à França para
pesquisar a arquitetura e o modo de vida local. Ao aplicar aos franceses a
mesma metodologia que os colonizadores utilizaram com os africanos realiza
uma demolidora crítica aos estudos etnológicos.
17h - Média-Metragem
DONA HELENA (BRA/RS, 2006, 54 minutos, DVD), de Dainara Toffoli.
Autodidata, Helena Meireles tocava viola desde criança. Passou a juventude
entre comitivas de boiadeiros e prostíbulos do Mato Grosso do Sul.
Sexagenária, chamou a atenção da revista norte-americana Guitar Player,
que a colocou entre os maiores guitarristas do mundo.
18h - Curtas-Metragens
SEU JUCA (BRA/PE, 2005, 14 minutos), de Oscar Malta. Retrata o
cotidiano do pintor popular João Juvêncio Filho, letrista que trabalha com
design vernacular. Filmado originalmente em Mini DV, teve recentemente uma
nova edição de imagens e finalmente o transfer para 35 milímetros. O
cineasta tem larga experiência em vídeos conceituais.
CANOA VELOZ (BRA/CE, 2005, 14 minutos), de Tibico Brasil e Joe Pimentel.
No município de Icapuí, litoral leste do Estado do Ceará, os pescadores
artesanais de lagosta preservam uma rústica e interessante forma de
sobrevivência há mais de 40 anos, enfrentando o mar e desafiando o tempo.
Prêmio de Melhor Fotografia no Cine Ceará 2005.
19h - Longa-Metragem Nacional
MORRO DA CONCEIÇÃO (BRA/RJ, 2005, 85 minutos, Beta Digital), de Cristiana
Grumbach. Após cinco anos de visitas ao Morro da Conceição, uma equipe de
filmagem conversa com oito de seus quatro mil moradores. A construção
desse imaginário devolve ao Rio de Janeiro a sua memória e esquecimento.
Lançamento Nacional.
20h45 - Longa-Metragem Internacional
MARIA BETHÂNIA - MÚSICA É PERFUME (FRA/SUI, 2005, 82 minutos), de Georges
Gachot. Uma análise do processo criativo da cantora e o mapeamento da
formação da música popular brasileira. Nos anos 60 surge como uma das
musas da contracultura brasileira, da resistência ao regime militar (no
espetáculo "Opinião") e se torna uma das mais cultuadas intérpretes da
MPB. Após a mostra faz temporada no Cinema Apolo
Cinema do Parque:
18h30 - Longa-Metragem Nacional
MOACIR ARTE BRUTA (BRA/GO, 2005, 72 minutos), de Walter Carvalho. Pintor
primitivista de 42 anos, negro, com problemas de audição, fala e formação
óssea vive na Chapada dos Veadeiros, em condições de pobreza. Desenha e
pinta com lápis de cera: seres humanos, fauna e flora, visões, religião e
sexo. O traço do artista impressiona pela beleza.
20h - Longa-Metragem Internacional
A MARCHA DOS PINGÜINS (La Marche de L"Empereur, FRA, 2005, 85 minutos), de
Luc Jacquet. A cada inverno na Antártica, milhares de pingüins imperadores
abandonam o oceano e sobem para a terra congelada, na intenção de iniciar
a reprodução da espécie. Vencedor do Oscar de Melhor Documentário 2006.
» Terça (23)
Cinema Apolo:
15h - Vídeos
TEXTÍCULOS DE MARY E OUTRAS HISTÓRIAS (BRA/PE, 2004, 24 minutos), de
Flávia da Rosa Borges. A irreverência do extinto grupo de rock anárquico
pernambucano, nascido da mutação dos testículos da travesti Mary.
Auto-intitulado porta vozes dos marginalizados, seus integrantes, tiveram
sua breve trajetória marcada pela polêmica.
15h30 - Ciclo Jean Rouch
EU, UM NEGRO (Moi un Noir, CIV, 1958, colorido, 73 minutos). Ambientado na
favela de Abidjan, na Costa do Marfim, ainda uma colônia francesa, conta a
vida de um grupo de pessoas formado pelos estivadores Lemmy Caution e
Edward G. Robinson, pelo motorista de táxi Tarzan e pela prostituta
Dorothy Lamour, entre outros.
17h - Média-Metragem
PENETRANDO O MEIO (BRA/MG, 2004, 38 minutos, DVD), de Ricardo Andrade e
Alexandre Paz. As principais intenções e especificidades estéticas dos
filmes pornôs no Brasil, um passeio pelos bastidores das gravações e o
vínculo desse gênero com o mercado e a indústria cinematográfica como um
todo.
18h - Curtas-Metragens
O REINADO NOSSO DE CADA ANO (BRA/DF, 2005, 22 minutos), de Renato
Cunha. No Centro-Oeste de Minas Gerais, no Alto São Francisco, todo ano a
população da pequena Araújos, em louvação a Nossa Senhora do Rosário, se
reúne para manter viva a tradição secular da Festa de Reinado. Este é o
terceitro curta-metragem da carreira do diretor.
DESCOBRINDO WALTEL (BRA/PR, 2005, 15 minutos), de Alessandro Gamo. A
incrível e desconhecida trajetória do violonista e maestro Waltel Branco,
de 75 anos. Arranjador de João Gilberto, foi aluno de Andrés Segóvia, fez
trilhas sonoras para cinema e tocou com João Donato, Gilberto Gil, Roberto
Carlos, Elis Regina e até Dizzy Gillespie.
19h - Longa-Metragem Nacional
ORANGE DE ITAMARACÁ (BRA/PE, 2006, 78 minutos), de Franklin
Júnior e Marcio Câmara. A vida de José Amaro da Silva, ex-presidiário, que
dedicou sua vida a cuidar do Forte Orange, na Ilha de Itamaracá, em
Pernambuco, misturando documentário e ficção. Venceu o Prêmio do Júri
Popular no recente CINE PE 2006.
20h - Longa-Metragem Internacional
MORO NO BRASIL (FIN, 2005, 105 minutos), de Mika Kaurismaki. Visão
particular do cineasta finlandês radicado no Rio de Janeiro (realizador de
filmes como "Tigrego") sobre os ritmos musicais brasileiros. A equipe
rodou quatro mil quilômetros em 2002, entrevistando artistas populares.
Após a mostra faz temporada no Cinema do Parque.
Cinema do Parque:
18h30 - Longa-Metragem Nacional
OS MELHORES ANOS DE NOSSAS VIDAS (BRA/SP, 2003, 65 minutos, DVD), de
Andrea Pasquini. Histórias de preconceito, abandono e superação são
contadas pelos moradores do Santo Ângelo, uma cidade erguida para o
tratamento de hansenianos. O testemunho dos moradores que ainda permanecem
no local, condenados ao isolamento.
20h45 - Longa-Metragem Internacional
O VÉU DE BERTA (El Velo de Berta, CHI, 2004, 73 minutos, DVD), de Esteban
Larrain. Narra a história de Berta Quintremán a anciã pehuenche que pôs em
cheque o começo do projeto milionário da represa de Ralco. Documenta os
primeiros anos do conflito entre a companhia transnacional ENDESA e a
comunidade local. Lançamento Nacional.
» Quarta (24)
Cinema Apolo:
15h - Vídeos
UMA HISTÓRIA SEVERINA (Brasil/DF, 25 minutos, 2005, DVD), de
Debora Diniz e Eliane Brum. Severina Maria Leôncio Ferreira, 27 anos,
grávida de 4 meses de um feto sem cérebro, teve seu destino alterado por
decisão do Supremo Tribunal Federal. Amparada por uma liminar, aguardou
num hospital do Recife a decisão sobre a interrupção da gravidez.
15h30 - Ciclo Jean Rouch
A CAÇA AO LEÃO COM ARCO (La Chasse au Lion à l`Arc, FRA, 1965, colorido,
80 minutos). Entre 1957 e 1964, Rouch acompanhou um grupo de caçadores num
fascinante ritual de caça aos leões, na África. O resultado é outra de
suas obras-primas, que conquistou o Leão de Ouro no Festival de Veneza em
1965.
17h - Média-Metragem
COMENDO ÁGUAS (ITA/BRA/BA, 2006, 39 minutos, DVD), de Filippo Lilloni.
Encontro de documentarista italiano com o Mestre Pedro, um dos mais
conceituados capoeiristas da Bahia. Documentário experimental de
ex-cinegrafista da RAI, onde fez cobertura jornalísticas em diversos
países da África e Ásia.
18h - Curtas-Metragens
MESTRE HUMBERTO (BRA/RJ, 2005, 20 minutos), de Rodrigo Savastano. Um
passeio pela Lapa, Campo de Santana e pela África através dos amigos e da
memória de Humberto de Souza, doutor em percussão e poesia. Montado,
roteirizado, sonorizado e dirigido por um dos curadores da Mostra do Filme
Livre, que acontece anualmente no Rio de Janeiro.
SOBERANO (BRA/SP, 2005, 15 minutos), de Kiko Mollica e Ana Paula Orlandi.
Reminiscências da trajetória do cinema "Soberano", símbolo da intensa e
espontânea produção do movimento cinematográfico paulistano Boca do Lixo.
O foco é o reencontro de antigos freqüentadores com uma rua do Triunfo,
longe da efervescência de antes.
19h - Longa-Metragem Nacional
CAPARAÓ (BRA, 2006, 77 minutos, Beta Digital), de Flávio Frederico. Em
agosto de 1966, um grupo de vinte guerrilheiros, em sua maioria
ex-militares expurgados pelo regime, instalou-se na Serra do Caparaó, na
divisa do Espírito Santo com Minas Gerais, financiados por Leonel Brizola
e Fidel Castro. Vencedor do É Tudo Verdade 2006.
20h45 - Longa-Metragem Internacional
O HOMEM-URSO (Grizzly Man, EUA/ALE, 2005, 103 minutos), de Werner Herzog.
Biografia do ecologista Timothy Treadwell (1957-2003), especialista nos
grandes ursos castanhos. Fábula moral sobre o relacionamento do homem
moderno com a natureza selvagem e sua cruzada em defesa dos animais
tragicamente interrompida por sua morte. Premiado no Sundance Film
Festival 2005. Lançamento nacional. Faz temporada no Apolo.
Cinema do Parque:
18h30 - Longa-Metragem Nacional
SOLDADO DE DEUS (BRA/RJ, 2004, 80 minutos), de Sérgio Sanz. Relato sobre o
integralismo (o primeiro movimento de massas no Brasil) e o seu principal
mentor, Plínio Salgado. Traz o testemunho daqueles que ajudaram a
estabelecer, exerceram e deixaram de defender seus princípios e práticas e
aqueles que sempre o condenaram.
20h - Longa-Metragem Internacional
MORO NO BRASIL (FIN, 2005, 105 minutos), de Mika Kaurismaki. Visão
particular do cineasta finlandês radicado no Rio de Janeiro (realizador de
filmes como "Tigrego") sobre os ritmos musicais brasileiros. A equipe
rodou quatro mil quilômetros em 2002, entrevistando artistas populares.
Após a mostra faz temporada no Cinema do Parque.
» Quinta (25)
Cinema Apolo:
15h - Vídeos
MAIS UM DOMINGO (BRA/PE, 2005, 08 minutos), de Daniel Barros. O
vídeo retrata um dia de final de semana em Casa Caiada, a famosa praia de
Olinda, que se transforma em poucas horas com a chegada de seus
freqüentadores. Vencedor de dois prêmios no Festival de Vídeo de
Pernambuco 2005 (Melhor Vídeo Documentário e Prêmio do Público).
15h30 - Ciclo Jean Rouch
CRÔNICA DE UM VERÃO (Chronique d"un Été, FRA, 1960, preto e
branco, 85 minutos). Realizado em conjunto com o sociólogo Edgar Morin, é
um marco do "cinema-verdade". Durante o verão parisiense de 1960, jovens
manifestam suas opiniões sobre política, sexo, solidão. Prêmio da Crítica
no Festival de Cannes em 1961.
17h - Média-Metragem
ENSOLARADO BYTE (BRA/PE, 2005, 54 minutos), de Maurício Corrêa. A
trajetória de três artistas da cena musical pernambucana: o DJ Dolores, o
artista plástico e guitarrista Neílton e integrante do coletivo Re:combo,
Doktor Mabuse. Todos se utilizam de novas tecnologias nos seus processos
de criação artística. Vencedor do concurso DOC TV/PE.
18h - Curtas-Metragens
OS MESTRES LOUCOS (Les Maitres Fous, FRA, 1955, colorido, 28
minutos). A contestação do modelo civilizatório europeu, através do
estranho e violento ritual de possessão dos haouka, na Costa do Ouro
africana. Vencedor de Prêmio do Júri no Festival de Veneza.
EU SOU CHARLIE CHAPLIN (EUA, 2005, 08 minutos), de Jay Rosenblatt. Durante
a festa de Halloween, criança teima em se vestir como o personagem
Carlitos. Seu pai, o diretor do filme, a questiona por isso. Mas seus
argumentos não a convencem. Rosenblatt é um antigo documentarista, autor
de mais de 70 filmes.
19h - Longa-Metragem Nacional
VOCACÃO DO PODER (BRA/RJ, 2005, 110 minutos), de Eduardo Escorel e José
Joffily. A campanha realizada por seis candidatos a vereador do Rio de
Janeiro durante as eleições de 2004. Um panorama das ações de cada
candidato durante todo o processo eleitoral, desde as convenções
partidárias até a apuração dos votos.
21h - Sessão Especial de Encerramento - Curta e
Longa Internacional
RYAN (CAN, 2004, 14 minutos, DVD), de Chris Landreth. Cinebiografia do
animador canadense Ryan Larkin, ícone do cinema de vanguarda dos anos 60 e
diretor de filmes como "Walking" e "Street Music". Hoje, vive de pedir
esmolas nas ruas de Toronto. Oscar de Melhor Curta-Metragem 2005, é um
documentário de animação e experimentalismo.
21h15 - O HOMEM-URSO (SESSÃO EXTRA)
(©
JC Online) |
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