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Pastoril Profano em curta temporada no Teatro Paulo Pontes

Cena do espetáculo Pastoril Profano

A previsão de cerca de 15 mil pessoas assistiram a nova temporada do espetáculo Pastoril Profano, no Teatro Paulo Pontes em janeiro e fevereiro deste ano. Devido ao grande sucesso de público o grupo resolveu fazer uma curta temporada no Teatro Santa Roza neste sábado, dia 3, e domingo, dia 4, a partir das 20 horas.

A comédia de humor, conta a versão profana da Lapinha e completa 13 anos de existência continuando fazendo sucesso na Paraíba. O espetáculo batizado de "Pastoril Profano" arranca risadas dos espectadores durante seus 80 minutos de duração, esta versão é uma homenagem à praia de Tambaba tendo dois atos de puro riso e descontração.

O espetáculo conta no primeiro ato a ida das pastoras à praia de nudismo, no segundo ato, trata do resgate das jornadas (titulo chamado nas músicas entoadas no espetáculo). Com o objetivo de está sempre inovando as cenas, o elenco resolveu brincar com tema do momento, o HEXA e haja motivo para risos e gargalhadas no teatro Santa Roza.

O Grupo que acabou de chegar desta participação no Festival em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, no evento Janeiro Brasileiro da Comédia arrancou aplausos, criticas e muita saudades dos paulistanos. Devido à ida da companhia a São Paulo o grupo recebeu convites para participar do Festival Internacional riocenacomtemporanea na cidade do Rio de Janeiro e uma temporada do espetáculo na cidade de São Paulo.

Com características de teatro de revista tendo como alvo o Pastoril, um folguedo popular que contradiz a "Lapinha", os atores aparecem em cena caracterizados de mulher e representam prostitutas onde denunciam os problemas sócio-culturais do país cantando e dançando músicas com o intuito de homenagear, divulgar e resgatar o folclore e o turismo paraibano. O espetáculo é puramente interativo. As pastoras do cordão azul e as do cordão encarnado vivem travando uma eterna batalha entre si, sempre controladas pelo velho Dengoso.

Claro que de uma forma bem humorada, crítica e saudável. Enquanto na "Lapinha", as moças (pastoras) disputam votos, aplausos e até dinheiro do público, comenta o diretor Edilson Alves. O elenco é dividido em dois blocos. No cordão encarnado, estão: Verinha Show, Luzinete Pé de ladeira, Ceicinha Bonitinha e gostosinha e Ritinha da Rabada. No cordão azul estão: Biuzinha , Maria do Bú, Creusa Mulher e Carmem Beira Mar. As pastoras cantam e dançam coco de roda, maracatu, frevo, xote, baião, dança das fitas e entre outros gêneros, sempre com o objetivo de resgatar as danças da cultura popular, entre as piadas e participação da pláteia.

As músicas são baseadas nos pastoris do xaveco, Faceta, de Recife. E outras de criação de Genário Dunnas adaptadas de Lapinhas que são apresentadas nos bairros de João Pessoa. No elenco, estão no cordão encarnado, Verônica Show (Dinarte Silva), Luzinete (Sergio Lucena), Ceicinha (Alessandro Tchê) e Ritinha da Rabada (Sebastião Gomes). No cordão azul, estão Biuzinha (Adleiton Pereira), Maria do Bu (Tony Silva), Creusa Mulher (Ribamar de Sousa) e Carmem Beira Mar (Alessandro Barros). Na técnica, Nelson Alexandre (Cenário, adereços e Figurinos), Geostenes Melo (Figurinos e Adereços), Altair Castro (Fotografias), Maquiagem (Grupo), Músicas (Genário Dunnas ) , Arte Gráfica ( Carlos Júnior ) , convidados especiais: Diet (Romilson Rodrigues) e Light (Romildo Rodrigues). Divulgação: Giovanna Gondim.

(© O Norte Online)

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