13° Festival de Inverno de Garanhuns |
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01/07/2003
117 apresentações
musicais + 40 apresentações de dança + 13 peças teatrais + 33 oficinas culturais + 4
apresentações de circo + pólo recreativo + mercado das artes + dj's + exposição de
artes visuais O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG-2003) chega à sua 13º edição consolidado como um dos maiores festivais do gênero no Brasil, oferecendo mais de 200 atrações, entre apresentações musicais, espetáculos de dança, teatro e circo, oficinas culturais, pólo recreativo para crianças, mercado das artes (com 35 expositores), dj's e uma exposição de artes visuais. São dez dias de uma intensa
programação, que muda a rotina da cidade de Garanhuns (no agreste Pernambucano, distante
229 km do Recife), oferecendo diversão para os seus moradores e visitantes, gerando
emprego e renda para milhares de pessoas envolvidas com o evento, nos setores artístico,
de comércio, turismo e serviços em geral. O Festival de Inverno de
Garanhuns é uma realização da Secretaria de Educação e Cultura do Estado de
Pernambuco e Fundarpe, com apoio da Prefeitura de Garanhuns. O Governo de Pernambuco está
investindo R$ 1,4 milhão no FIG-2003. Espera-se um público diário superior a 60 mil
pessoas. A qualidade e a variedade
das atrações é um quesito importante. A parte musical, por exemplo, contempla todos os
estilos. Na Praça Guadalajara vão se apresentar nomes como Naná Vasconcelos, Lenine,
Airto Moreira, Flora Purim, Paulo Miklos, IRA!, Devotos, Faces do Subúrbio, RPM, Flávio
José, Jorge Aragão e Fafá de Belém. No Parque Euclides Dourado (ou Parque dos Eucaliptos), o Palco POP oferece atrações como a banda carioca Los Hermanos, a olindense Bonsucesso Samba Clube, Lula Queiroga, Fernanda Porto, Ortinho, Tânia Christal, Cabruêra e Stela Campos. Além de muito pé-de-serra, no Palco Forró, e música eletrônica na Pirâmide, nos finais de semana. O público da música
instrumental conta com uma programação de alto nível, no Parque Ruber van Der Linden
(Pau Pombo), com apresentações do saxofonista Paulo Moura, a dupla de violinistas do
Duofel, Jeová da Gaita e Orlando Lins, o bluesman Nuno Mindelis e o trio de jazz Azymuth. "Procuramos fazer uma programação que contemplasse o melhor de cada estilo musical, trazendo artistas nacionais e valorizando os músicos de Pernambuco", diz o presidente da Fundarpe, Bruno Lisbôa. E música é o que não vai faltar. Em muitos dias, a programação só é interrompida por quatro horas, entre as 5h da manhã, quando termina a programação da Pirâmide e do Palco do Forró, e as 9h da manhã, quando têm início os shows do Palco da Cultura Popular, no Centro de Garanhuns, que oferece uma variada gama do que há de melhor na cultura nordestina. Além da música, as áreas de dança e teatro continuam merecendo uma atenção especial dos organizadores do Festival. Companhias pernambucanas de dança dividem o palco, no Parque Euclides Dourado, com dançarinos de outros Estados, como o Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Sul. No Teatro Luiz Souto Dourado, os espectadores terão oportunidade de ver uma mostra da mais nova safra da produção teatral pernambucana (do Recife e interior) e um grupo de Alagoas. "Este é um dos objetivos do festival: além de difundir as diversas manifestações culturais para o grande público, procuramos sempre promover um intercâmbio entre os artistas da terra e os de fora", ressalta Bruno Lisbôa. Outra atividade que
movimenta a cidade são as 33 Oficinas Culturais oferecidas durante o Festival, nas áreas
de artes visuais, dança popular, teatro, fotografia, patrimônio, música, entre outras. Mais informações: (© Fundarpe)
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