05-06-2008
Do JC OnLine
Começou
nesta segunda-feira o VII Festival Recife do
Teatro Nacional, evento que segue as tradições dos últimos anos e transforma
cinco teatros e três espaços alternativos no palco das artes cênicas. Até o
dia 23 de novembro, são 16 espetáculos em 34 apresentações e mais quatro
workshops, dois cursos, um lançamento de livro, duas leituras dramáticas e
um ciclo de reflexões que reúne sete palestras.
Serão 16 dias
de arte encenados no Teatro de Santa Isabel, Parque, Apolo, Hermilo Borba
Filho e Barreto Júnior, Forte do Brum, Livraria Cultura e Fundaj. Sob a
temática Identidade e Contemporaneidade, o evento homeangeia o dramaturgo
pernambucano Luiz Marinho, natural de Timbaúba, escritor de 14 peças, que
faleceu em fevereiro de 2002. Além de Pernambuco, os espetáculos vêm da
Bahia, Paraná e Minas Gerais.
Confirmando a
política de levar a cultura ao povo, os ingressos desta edição terão preco
de R$ 5 (Santa Isabel, Apolo, Hermilo e Forte do Brum) e R$ 1 (no Parque e
Barreto Júnior). Durante a apresentação do projeto Aprendiz Encena, a
entrada sai por R$ 3. As palestras e cursos do festival serão gratuitos.
O VII
Festival Recife do Teatro Nacional é uma realização da Prefeitura do Recife,
através da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife, com
patrocínio da Eletrobras, Caixa Econômica Federal e Chesf.
(© JC Online)
Festival de teatro vem com tudo
Publicado em 06.11.2004
Galeria de fotos |
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Sétima edição do evento trará à cidade algumas das melhores produções
do ano no País, a partir da próxima quinta, movimentando seis espaços
JANAÍNA LIMA
Temporada de risos, combinando com o perfil do homenageado, o
dramaturgo Luiz Marinho. Essa é a previsão para o 7º Festival Recife do
Teatro, anunciada ontem pela manhã pela Prefeitura do Recife. O evento
organizado pela Secretaria de Cultura começa na próxima quinta, dia 11,
com 16 espetáculos e várias atividades paralelas, entre workshops,
leituras dramáticas e cursos. Só para abrir o apetite: depois de um jejum
de seis anos, o mineiro Grupo Galpão volta à programação com uma montagem
de O Inspetor Geral, de Gogol.
A maratona teatral tem como tema identidade e contemporaneidade,
tratado a partir de montagens que priorizam o teatro narrativo e do
ator-narrador. “Esse festival foi pensado também para ‘fazer pensar’.
Levar o público a refletir sobre a realidade que o cerca, o momento real”,
destaca Antonio Cadengue, coordenador geral da mostra.
ATRAÇÕES – Corrigindo uma falha que sempre atrapalhou a
curadoria do evento, que tem à frente o diretor teatral Aimar Labaki, o
festival consegue trazer para a cidade importantes grupos do País que
sempre esbarravam na falta de verba para virem ao Recife, devido a terem
elenco numeroso, ou ao aparato técnico (excesso de cenários, figurinos,
etc).
Só assim foi possível trazer, por exemplo, A Mulher do Trem –
uma das comédias de maior sucesso do ano em SP –, Sinfonieta
Braguinha (com nada menos que 11 atores) e O Que diz Molero –
maratona de três horas e 20 minutos, com uma cenário pesadíssimo de
dezenas de arquivos velhos de ferro). As duas últimas destacaram-se na
temporada carioca.
O mais curioso é que o incremento no orçamento do festival não foi nem
tão grande assim, aproximadamente R$ 100 mil, totalizando R$ 590 mil.
Prefeitura do Recife, Eletrobras, Caixa Econômica e Chesf foram os que
abriram a carteira.
O público pernambucano vai ter a oportunidade também de conferir o
trabalho de intérpretes que nunca estiveram por essas bandas, a exemplo de
Gero Camilo, que viveu o personagem Sem Chance, par de Rodrigo Santoro no
filme Carandiru. Ele vem com duas montagens: Aldeotas e A
Procissão.
Outro que vem em duas versões é o pernambucano Newton Moreno. Ele, que
atualmente monta em São Paulo a versão teatral de Assombrações do
Recife Velho,de Gilberto Freyre, atua em A Mulher do Trem e
assina o texto comovente de Agreste. Essa última, um relato tocante
sobre a dificuldade de falar do nordestino, o jeito meio bicho-do-mato de
viver, e as violências que são cometidas por ignorância. Mas com muita
poesia.
Além da escrita de Newton, Pernambuco marca presença no festival com
três produções: Caetana (texto de Moncho Rodrigues em parceria com
Weydson Barros Leal), A Filha da Mãe (com Augusta Ferraz e Márcio
Carneiro) e o infantil Um Livro de Fábulas (produção do estreante
Teatro Marco Zero que vem surpreendendo).
NO PALCO
O Inspetor Geral (Grupo Galpão, MG) – de 11 a 13, no T. Santa
Isabel.
Caetana (Moncho Rodriguez) – dias 12 e 13, no T. Apolo
A Procissão (Paltôproduções, SP) – dias 13 e 14, T. Hermilo
Sinfonieta Braguinha (Karen Acioly, RJ) – dias 14 e 15, no T. do
Parque
Aldeotas (Platôproduções, SP) – dias 15 e 16, no T. do Parque
Comédia do Fim (TCA, BA) – dias 16 e 17, T. Santa Isabel
Agreste (Newton Moreno) – dias 16 e 17, T. Apolo
Guiomar, a Filha da Mãe (Cia. Parcas Sertanejas, PE) – dias 17 e
18, T. Hermilo
A Mulher do Trem (Os Fofos Encenam, SP) – dias 18 e 19, T. do
Parque
O Que Morreu Mas Não Deitou? (Francisco Medeiros, SP) – de 16 a
19, Forte do Brum
Carta Aberta (Fernando Kinas, PR) – dias 19 e 29, T. Apolo
Um Livro de Fábulas (Teatro Marco Zero, PE) – dias 20 e 21, T.
Barreto Jr.
O Que Diz Molero (Aderbal Freire, SP) – dias 20 e 21, T. Santa
Isabel
(© JC Online)
PROGRAMAÇÃO
Teatro Hermilo Borba Filho
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08/11 |
21h |
Projeto Aprendiz
Encena – Corpo Corpóreo – Texto de Luiz Marinho
Direção - Sidmar Gianette
Ator: Adelson Dornellas
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09/11 |
21h |
Projeto Aprendiz
Encena – Corpo Corpóreo – Texto de Luiz Marinho
Direção: Andrezza Alves
Atores: Ana Maria
Ramos, Hilton Azevedo e Mariana Lima Leal
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10/11 |
10h |
Encontro com com
Michelle Panella / Intercity Festivale e Teatro Della
Limonaia Florença – Itália.
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10/11 |
19h |
Lançamento do Livro
– Luiz Marinho: O Sábado que Não Entardece de Anco Márcio |
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10/11 |
21h |
Projeto Aprendiz
Encena – Corpo Corpóreo – Texto de Luiz Marinho
Direção - André Cavendish
Ator: Jones Melo
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11/11 |
18h |
Abertura do workshop
O Ator-Narrador |
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13 e 14 |
21h |
Espetáculo – A
Procissão – SP |
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17 e 18 |
21h |
Espetáculo –
Guiomar, a Filha da Mãe – PE |
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19/11 |
16h |
Encontro com
Antônio Augusto Barros / Diretor da Cena Lusófona / Lisboa - Portugal |
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20/11 |
15h |
Avaliação do
workshop O Ator-Narrador |
Teatro de Santa Isabel
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11/11 |
21h |
Abertura oficial
do VII Festival Recife do Teatro Nacional
Homenagem a Luiz
Marinho
Espetáculo – O
Inspetor Geral - MG
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12 e
13/11 |
21h |
Espetáculo – O
Inspetor Geral - MG
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16 e 17/11 |
21h |
Espetáculo A
Comédia do Fim - BA |
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20 e 21/11 |
19h |
Espetáculo O que diz
Molero - RJ
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Teatro Apolo
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12 e 13/11 |
21h |
Espetáculo -
Caetana - PE
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14/11 |
19h |
Leitura Dramática –
A Valsa do Diabo – texto de Luiz Marinho.
Direção Roberto
Lúcio – PE
Ator e encenador.
Licenciatura em Teatro e Bacharelado em Direção Teatral pela UFBA.
Coordenador do Teatro Joaquim Cardozo, do Departamento de Cultura da
UFPE. Diretor artístico da Theodora Lins e Silva Cia. de Teatro.
Sinopse - Um
casamento, um noivo que se acredita traído, uma festa que recebe a
visita “ilustre” e inesperada do Diabo, o embate com a Virgem Maria. Eis
os ingredientes que alinham esse drama-opereta de Luiz Marinho, onde o
riso e a tragédia andam lado a lado.
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16 e 17/11 |
21h |
Espetáculo -
Agreste - PE |
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19 e 20/11 |
21h |
Espetáculo Carta
Aberta – PR
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21/11 |
10h |
Avaliação do
festival/ Clóvis Massa – RS
Clóvis Massa
é
professor de Teoria e História do Teatro na UFRGS, em Porto Alegre, onde
é Vice-Coordenador do Curso de Especialização Teoria do Teatro: Cena
Contemporânea. Mestre em Artes Cênicas (ECA/USP), atualmente cursa
Doutorado em Teoria da Literatura (PUCRS).
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Teatro Barreto Júnior
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15 e 16/11 |
21h |
Espetáculo –
Aldeotas – SP
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19/11 |
19h |
Leitura
Dramática As Três Graças- Luiz Marinho.
Direção de Luiz
Marfuz – BA
Diretor Teatral,
Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA), Doutorando em
Artes Cênicas (UFBA). Jornalista e Professor da Escola de Teatro (UFBA).
Atualmente, desenvolve uma pesquisa sobre a “poética da destruição do
teatro Samuel Beckett”.
Sinopse - Três
velhinhas aparentemente caducas, uma preceptora e uma jovem que tenta
zelar pelo bem-estar de todas. Estes são as principais personagens de
uma comédia que discorre sobre fatos inusitados e situações que beiram
ao surreal, nesta que, talvez, seja uma das mais importantes comédias do
teatro brasileiro.
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20 e 21/11 |
16h |
Espetáculo
infantil - Um livro de fábulas
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Teatro do Parque
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14 e 15/11 |
16h |
Espetáculo
infantil – Sinfonieta Braguinha – RJ
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18 e 19/11 |
21h |
Espetáculo - A
mulher do t
rem - SP
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Forte do Brum
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16,17,18 e 19/11 |
18h30 |
Espetáculo - O
que morreu mas não deitou ? – SP
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Cursos
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Fundação
Joaquim Nabuco
Instituto de
Cultura.
Rua Henrique Dias,
609 - Derby. Fone: 34213266.
PERÍODO:
de 12 a 17/11
HORÁRIO:
14h às 18h.
NÚMERO DE VAGAS:
máximo de
15 participantes |
Exercícios de crítica teatral
INSTRUTOR:
KIL ABREU (SP)
Pesquisador,
crítico e jornalista. Foi crítico de teatro do jornal Folha de São
Paulo, é membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de
Arte) e faz parte do júri do Prêmio Shell de Teatro. Coordenou o
projeto artístico e pedagógico da Escola Livre de Santo André e
atualmente dirige o Departamento de Teatro da Secretaria Municipal da
Cultura de São Paulo.
A oficina tem como
foco a discussão sobre a prática da crítica teatral – sobretudo a
jornalística – sua função social, modos, questões e impasses. Para tal,
estarão em pauta alguns temas referentes aos métodos de análise do
espetáculo e às teorias do teatro contemporâneo.
OBJETIVO:
oferecer subsídios teóricos e exercitar, na prática da escrita, a
apreciação do espetáculo teatral segundo as especificidades da cena
brasileira, no recorte apresentado no Festival Recife.
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Fundação
Joaquim Nabuco
Instituto de
Cultura.
Rua Henrique Dias,
609 - Derby. Fone: 34213266.
PERÍODO:
de 13 a 16/11
HORÁRIO:
14h às 18h
NÚMERO DE VAGAS:
máximo de
35 participantes |
ERUDITO E POPULAR NO
TEATRO DO SÉCULO XX – BAKHTIN, SUASSUNA E O TEATRO DE HOJE
INSTRUTORA:
ELENA VÁSSINA
(SP).
Pós-doutorado no
Instituto Estatal de Pesquisa da Arte (Moscou/Rússia), Doutora em Artes
Cênicas; Mestre em Letras – Faculdade de Letras da Universidade Estatal
de Moscou. É autora de vários ensaios sobre os problemas da linguagem
artística das artes cênicas do teatro do século XX, sobre dramaturgia,
teatro e cultura do Brasil e da Rússia. Curadora Artística do Festival
Internacional de Teatro Tchekhov/Moscou/Rússia (2004/1997). Membro do
Conselho Consultivo do Encontro Internacional de Artes Cênicas – ARTICEN
(2004/2001). Professora Doutora da Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da USP.
OBJETIVO:
Através de um breve
percurso histórico na cultura universal, definir os dois tipos da
produção artística - erudita e popular - e suas principais
características estéticas. Analisar os caminhos da aproximação do teatro
profissional com a linguagem popular e as conseqüências desse
re-encontro do palco moderno com as tradições populares. Traçando as
ligações entre as inovações mais significativas da cena contemporânea
com as formas da cultura popular, discutir as artes cênicas de hoje.
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Workshops
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Forte do Brum
Praça
Comunidade Luso Brasileira S/N. Fone: 3224.4620
PERÍODO:
de 13 a 20/11
Turma 1: das 9 às
13h
Turma 2: das 14 às
18h
NÚMERO DE VAGAS:
20
intérpretes (10 em cada turma); 10 dramaturgos
(5 em cada turma). |
O ATOR-NARRADOR
INSTRUTORES:
FRANCISCO MEDEIROS
(SP)
Bacharel em Teatro
pela Escola de Comunicações e Artes-ECA/Universidade de São Paulo, com
especializações em Direção Teatral, Crítica e Dramaturgia. Cursando o
Mestrado no Deptº de Comunicação e Semiótica da PUC–SP. Dirigiu os
espetáculos: SUBURBIA, de Eric Bogosian; HAMLET, de William Shakespeare;
COMO VENTO, de Luis Alberto de Abreu; ARTAUD, O ESPÍRITO DO TEATRO, de
José Rubens Siqueira – Prêmio Molière de Melhor Diretor, Prêmio INACEN
de Melhor Espetáculo, Prêmio Governador do Estado de Melhor Espetáculo;
PRÊMIO DE TEATRO FÍSICO – Cultura Inglesa de São Paulo; indicação de
melhor direção para: o prêmio PANAMCO DE TEATRO JOVEM em 2001, o prêmio
SHELL em 2000 e em 2003, dentre outros.
MARCOS DAMIGO (SP)
Ator, pela Escola de
Arte Dramática/ECA/USP. Alguns trabalhos no teatro: HAMLET, dir.
Francisco Medeiros; SUBURBIA, dir. Francisco Medeiros; CABRA (texto de
sua autoria); dentre outros. No cinema: BELLINI E A ESFINGE, de Toni
Belloto e Nando Oliva; SONHOS TROPICAIS, de André Sturm. Na TV:
professor Miguel, no seriado Sandy & Júnior; novela FASCINAÇÃO
(protagonista); VOCÊ DECIDE; dentre outros.
PLÍNIO SOARES (SP)
Ator, formado pela
Escola de Arte Dramática/ECA/USP. É publicitário (Escola Superior de
Marketing e Propaganda). Alguns trabalhos no teatro: PROVA CONTRÁRIA,
dir. Débora Dubois; LÁGRIMA DE VIDRO, dir. Jairo Mattos; ESTAÇÃO
PARAÍSO, dir. Francisco Medeiros; BONITA LAMPIÃO, texto e dir. Renata
Melo – (indicado para o Prêmio Shell de Melhor Ator); HAMLET, dir.
Ulisses Cruz; dentre outros. No cinema atuou em EQUILÍBRIO E GRAÇA, de
Carlos Reichenbach; DOMÉSTICAS, de Fernando Meireles; VIVA VOZ, de Paulo
Morelli.
OBJETIVO:
Propiciar uma troca de experiências entre atores e dramaturgos e os
integrantes do Projeto PODE ENTRAR QUE A CASA É SUA, projeto de
estudo e pesquisa a respeito do teatro narrativo e do ator-narrador
desenvolvido
em São Paulo em 2003/2004.
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TEATRO
APOLO
Rua do Apolo, 121 –
Bairro do Recife –
Fone: 2334.1114
PERÍODO:
16 e
17/11
HORÁRIO:
das 9 às 13h
NÚMERO DE VAGAS:
máximo de
25 intérpretes.
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O Trabalho do
Ator Contemporâneo – O Corpo no Teatro
Instrutora :
Cristiane Paoli Quito
Há vinte anos
dedica-se ao teatro, trabalhando como atriz, produtora, iluminadora e
diretora. No seu trabalho de direção, a pesquisa de linguagem é tônica
principal. Atualmente dirige a Cia. Nova Dança 4, em São Paulo e dirigiu
o espetáculo Aldeotas de Gero Camilo, que acaba de receber 04
indicações para o Prêmio Shell 2004 (autor/ator/diretor/iluminação).
OBJETIVO:
Propiciar a conscientização cênica, sua expansão e comunicação através
do jogo teatral e da respiração, além das codificações de imagens e
sensação do corpo no espaço.
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Teatro Apolo
PERÍODO:
18 e 19/11
HORÁRIO:
Das 9 às 13h
NÚMERO
DE VAGAS:
máximo de 20 (vinte) pessoas.
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O Trabalho do
Ator Contemporâneo – Experimentando Beckett II
Instrutor :
Luiz Marfuz
Diretor Teatral,
Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Faculdade de
Comunicação da UFBA, Doutorando em Artes Cênicas pela UFBA, Jornalista e
Professor da Escola de Teatro da UFBA. Atualmente, desenvolve pesquisa
sobre a “poética da destruição no teatro de Samuel Beckett”.
OBJETIVO:
A partir de
uma pesquisa que vem sendo desenvolvida sobre a encenação no teatro de
Beckett, no Doutorado em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia,
e da experiência com a encenação dos ‘dramatículos’ do autor, no
espetáculo Comédia do Fim, o professor e diretor teatral Luiz
Marfuz desenvolve um workshop sobre o trabalho do ator. Neste
encontro, alguns princípios operadores da cena não-ilusionista servirão
de guia para um breve diálogo com os atores, dentro de uma perspectiva
de contínua investigação sobre a interpretação e a materialidade cênica
em montagens de textos do dramaturgo e encenador irlandês.
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TEATRO APOLO
PERÍODO:
22 e 23/11
HORÁRIO:
das 10 às 14h
NÚMERO DE VAGAS:
Máximo de 20 (vinte)
pessoas para o trabalho prático e de 50 (cinqüenta) pessoas mais, que
podem acompanhar o workshop. |
O Trabalho do
Ator Contemporâneo – O Ator-Narrador
Instrutor :
Aderbal Freire-Filho
Aderbal Freire-Filho
criou espetáculos no Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba,
Buenos Aires, Montevidéu, Amsterdã e Madri. A mulher carioca aos 22
anos, de 1990, foi o primeiro espetáculo que chamou de
“romance-em-cena”. Ganhou os prêmios Molière, Mambembe, Shell, Golfinho
de Ouro, entre outros.
Publicou Conversaciones con un director de teatro, ed.
Banda Oriental, de
Montevidéu (edição brasileira, ed. Inacen). Seus últimos espetáculos:
Cãocoisa e a coisa homem (texto e direção), Tio Vânia (de
Tchecov), Casa de Boneca (de Ibsen) e a ópera Baile de
Máscaras (Verdi), no Teatro Municipal, do Rio. Tem em cartaz, neste
momento, no Teatro Dulcina, Rio, Dilúvio em tempos de seca, texto
de Marcelo Pedreira, com Giulia Gam e Wagner Moura.
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CICLO DE REFLEXÕES
Identidade e contemporaneidade
Livraria Cultura
Dias 14, 16, 17, 18, 19
e 20 de novembro - sempre das 10 às 13h
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14.11 |
Erudito e
Popular no Teatro Contemporâneo
Análise de dois
sistemas estéticos diferentes: o de criação erudita e o de criação
popular
Palestrante: Elena
Vássina -
Pós-doutorado no Instituto Estatal de Pesquisa da Arte (Moscou/Rússia),
Doutora em Artes Cênicas; Mestre em Letras – Faculdade de Letras da
Universidade Estatal de Moscou. É autora de vários ensaios sobre os
problemas da linguagem artística das artes cênicas do teatro do século
XX, sobre dramaturgia, teatro e cultura do Brasil e da Rússia. Curadora
Artística do Festival Internacional de Teatro Tchekhov/Moscou/Rússia
(2004/1997). Membro do Conselho Consultivo do Encontro Internacional de
Artes Cênicas – ARTICEN (2004/2001). Professora Doutora da Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Debatedora:
Maria da Piedade Sá
- Mestra em Filologia Românica na Universidad Complutense de Madrid
(Espanha), Doutora em Língua Portuguesa na Universidade de São Paulo –
USP. Professora do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Letras
da UFPE.
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15.11 |
A Novíssima
Dramaturgia*
Panorama da dramaturgia brasileira da última década, do ponto de vista
de suas principais tendências.
Palestrante:
Silvana Garcia
- Pesquisadora e dramaturgista; doutora em Artes Cênicas; professora
de Teoria do Teatro da Escola de Arte Dramática, e
professora-orientadora no programa de Pós-Graduação do Departamento de
Artes Cênicas (Escola de Comunicações e Artes/Universidade de São
Paulo); diretora da Divisão de Pesquisas – Idart, do Centro Cultural São
Paulo.
Debatedores:
Newton Moreno
- Mestre pela USP. Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp. É autor das
peças: “Deus sabia de tudo e não fez nada”, “Dentro” (que
participou da Mostra da Dramaturgia Contemporânea do SESI em 2002), “A
cicatriz é a flor”, “Agreste” (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Autor
2004). Recebeu Bolsa Vitae de Artes (2003) para adaptação teatral do
livro “Assombrações do Recife Velho”, de Gilberto Freyre. Atualmente
integra o elenco da peça “A mulher do trem”, dirigida por Fernando Neves
com o grupo Os Fofos (Prêmio de Melhor Ator do Festival de Teatro
de São José dos Campos em 2003).
Gero Camilo
- Ator e Poeta-Dramaturgo (Escola de Arte Dramática – USP). Autor de
A Macaúba da Terra, A procissão, Aldeotas. Como ator,
trabalhou no Cinema (Carandirú, dir. Hector Babenco; Bicho de
sete cabeças, dir. Laís Bodanzky – Vencedor do Festival Brasília do
Cinema Brasileiro e do Festival de Cinema de Recife/2001 – recebeu, em
ambos, o Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante); no teatro (A
procissão, texto, direção e atuação; Tartufo, ou O Impostor,
de Molière, dir. José R. Siqueira; O Macaco Peludo, de Eugene
O´Neil, dir. Celso Frateschi); na televisão (As aventuras de Chico
Norato contra o Boto Vingativo (2001), episódio da série BRAVA
GENTE, dir. Jayme Monjardim); dentre outros
Luiz
Felipe Botelho -
Ator, dramaturgo,
programador visual, diretor e roteirista de vídeos, colunista da vesão
on-line do Jornal do Commercio (PE). Principais obras: Janos Adler
(premiado 3º lugar festival Nacional de Dramaturgia, 1991 – Fundação
Brasileira de Teatro); Menino Minotauro e Reis Andarilhos
(Prêmio Hermilo Borba Filho – FUNDARPE 1991 e 1992); Lembrem-se de
Lilith, Coiteiros de Paixões (selecionado para a II Mostra
de Dramaturgia Contemporânea –SESI/SP). Na FUNDAJ (Massangana
Multimídia Produções) realizou Série 500 Anos; série Portais
da Criação; documentário Crianças no Furacão, exibido pela
TV Câmara.
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17.11 |
* acontecerá no
Teatro Hermilo Borba Filho no mesmo horário
Pensando (e
dirigindo) Beckett no Nordeste Hoje
Perspectivas para um diálogo sobre as possibilidades e estratégias de
encenação no teatro de Beckett hoje.
Palestrante:
Luiz Marfuz - Diretor teatral, Mestre em Comunicação e Cultura
Contemporâneas (UFBA), Doutorando em Artes Cênicas (UFBA), Jornalista e
Professor da Escola de Teatro (UFBA). Atualmente, desenvolve uma
pesquisa sobre a “poética da destruição no teatro de Samuel Beckett”.
Debatedor:
João Denys Araújo Leite - Ator, diretor, cenógrafo. Mestre em
Teoria da Literatura (UFPE). Professor do Departamento de Teoria da Arte
e Expressão Artística (UFPE). Principais obras: A Pedra do Navio;
Ecce Homo; Deus Danado; Flores D’América; Um
teatro da morte (sobre a dramaturgia de Joaquim Cardozo). Encenou
Fim de Jogo e Esperando Godot, de Samuel Beckett.
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18.11 |
Literatura Comparada e Globalização: o
compromisso da intuição fronteiriça
O papel da
literatura e da crítica literária na contemporaneidade global.
Palestrante:
Roland Walter - Pesquisador, Professor Adjunto do Departamento de
Letras da UFPE e Doutor em Filologia na Johannes Gutemberg Universität
em Mainz, Alemanha.
Autor
de dois livros — Magical Realism in Contemporary Chicano Fiction
(Frankfurt:: Vervuert, 1993) e Narrative Identities: (Inter)Cultural
In-Betweenness in the
Americas
(New York/Frankfurt: Peter Lang, 2003).
Atual coordenador do
Núcleo de Estudos Canadenses na UFPE e do grupo de Pesquisa “Literatura
e cultura multiética dos Estados Unidos”, com o qual organizou em
dezembro 2003 o I Seminário América-Amércias: Cultura, Poder e
Identidade.
Debatedor:
Alfredo Cordiviola - Doutor em Letras pela University of
Nottinghan, Inglaterra. Professor do Departamento de Letras (UFPE).
Publicou Uma história do tempo; Antônio Vieira e os limites da
profecia (1998); Richard Burton, a traveller in Brazil
(2001); A Câmara de Ecos; Ensaios sobre Roland Barthes
(org. 2003).
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19.11 |
Produção
Contemporânea e Formação de Platéias
Abordagem das
experiências na Escola Livre de Santo André e formação de público da
Prefeitura de São Paulo.
Palestrante: Kil
Abreu -
Pesquisador, crítico e jornalista. Foi crítico de teatro do jornal
Folha de São Paulo. É membro da APCA (Associação Paulista de
Críticos de Arte) e faz parte do júri do Prêmio Shell de Teatro.
Coordenou o projeto artístico e pedagógico da Escola Livre de Santo
André e atualmente dirige o Departamento de Teatro da Secretaria
Municipal da Cultura de São Paulo.
Debatedor:
Luís Reis - Mestre em Comunicação Social, pela Universidade
Federal de Pernambuco, com a dissertação Trupe do Barulho, Vozes
Silenciosas (Entre o Teatro e o mass-média): O processo do
subalterno no Recife dos anos 90. Jornalista, ensaísta. Autor do
livro-reportagem Cinderela – A História de Um Sucesso Teatral dos
anos 90 e da peça A filha do teatro, vencedora do Prêmio
FUNARTE/2003. Doutorando em Teoria da Literatura (UFPE). |
(© JC Online)
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